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		<title>Notas Explicativas</title>
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		<pubDate>Sun, 05 May 2013 05:50:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Saudações Buscadores do Conhecimento ! Já estão no ar as Notas Explicativas, o Feedback do Papo Filosófico &#160; Links citados http://positroniko.com/2012/12/04/top-7-programas-da-tv-aberta-que-valem-a-pena-assistir/ Nosso Feed: Feedburner: http://feeds.feedburner.com/papofilosofico Blubbry: http://www.blubrry.com/feeds/papofilosofico.xml</p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/notas-explicativas/">Notas Explicativas</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: helvetica; font-size: 20px;">Saudações Buscadores do Conhecimento !</span></p>
<p><span style="font-family: helvetica; font-size: 20px;">Já estão no ar as Notas Explicativas, o Feedback do Papo Filosófico</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 20px;">Links citados</span></span></strong></p>
<p><span style="font-size: 20px;"><a href="http://positroniko.com/2012/12/04/top-7-programas-da-tv-aberta-que-valem-a-pena-assistir/">http://positroniko.com/2012/12/04/top-7-programas-da-tv-aberta-que-valem-a-pena-assistir/</a></span><br />
<strong></strong></p>
<p><span style="font-size: 20px;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Nosso Feed:</strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Feedburner: <a href="http://feeds.feedburner.com/papofilosofico">http://feeds.feedburner.com/papofilosofico<br />
</a>Blubbry: <a href="http://www.blubrry.com/feeds/papofilosofico.xml">http://www.blubrry.com/feeds/papofilosofico.xml</a></span></p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/notas-explicativas/">Notas Explicativas</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>Saudações Buscadores do Conhecimento !

Já estão no ar as Notas Explicativas, o Feedback do Papo Filosófico

 

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		<title>A ninfa Eidea</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 02:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>(&#8220;Eidea&#8221;- idéia &#8211; conceito de &#8220;imagem&#8221; formado por Platão) Uma ninfa veio de um mundo onde tudo não passa de &#8220;impressão&#8221;, ela mesma o era&#8230;nesse mundo ela tinha tudo e nada ao mesmo tempo, pois nele as imagens se dissolviam, algumas em segundos, outras em horas e algumas realmente levavam anos&#8230;ela contemplava enquanto podia. Não </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/a-ninfa-eidea/">A ninfa Eidea</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">(&#8220;Eidea&#8221;- idéia &#8211; conceito de &#8220;imagem&#8221; formado por Platão)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Uma ninfa veio de um mundo onde tudo não passa de &#8220;impressão&#8221;, ela mesma o era&#8230;nesse mundo ela tinha tudo e nada ao mesmo tempo, pois nele as imagens se dissolviam, algumas em segundos, outras em horas e algumas realmente levavam anos&#8230;ela contemplava enquanto podia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Não se sabe por que, um dia ela veio parar entre nós, aqui na Terra&#8230;Um anjo a convidou pra visitar um velório, sem saber do que se tratava ela foi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Ela nunca havia visto a água em forma de lágrimas&#8230;achou lindo, quando essa ninfa fica muito feliz ela perde sua invisibilidade, e foi um assombro pra aquelas pessoas que choravam seu morto, ver uma fada rodopiando, sorrindo, gargalhando de alegria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Eles tiveram a impressão de que ela era má.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Ela teve a impressão de que eles eram felizes, pois ela não minava líquidos quando as impressões do seu mundo se dissolviam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Como os homens tem a pretensão de &#8220;corrigir&#8221;, essa família levou a ninfa pra sua casa, pra ensinar a criatura a ter um pingo de bondade. Se ela foi&#8230;é por que não tinha um pingo de maldade, e como gostava muito das flores, dali ela recolheu os lírios e levou consigo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Como a ninfa tinha o hábito de sair todas as manhãs pra colher flores pra enfeitar aquele lar, as pessoas foram mudando os conceitos ao seu respeito e passara a enxergá-la como uma fada que era&#8230;ela variava nas cores, nos aromas, na beleza&#8230;era uma forma dela reproduzir o seu mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Dia após dia ela cuidava das flores, até que elas secassem e ela as recolhia sorrindo. Com o tempo, ela estranhou o fato de que ninguém da família a ajudava naquele cultivo&#8230;estranhou mais ainda não presenciar mais o tal espetáculo que ela testemunhou escorrer em cachoeiras&#8230;dos olhos dessa família.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Por que iremos cuidar de algo que acaba tão rápido?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Mas a ninfa, que ignorava o tempo de duração das coisas do seu mundo, não conseguiu mais olhar a ninguém dali com piedade, apenas agarrou nas mãos do anjo e implorou:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Me leva de volta pra eu viver de minhas impressões, não quero estar morta nessa realidade&#8230; </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">(&#8220;Eidea&#8221;- idéia &#8211; conceito de &#8220;imagem&#8221; formado por Platão)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><strong>AUTORA: <a href="https://www.facebook.com/erika.figueira.1">Erika Figueira</a></strong></span></p>
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		<title>Paulo Coelho: Meus pensamentos sobre SOPA (e pirataria)</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 10:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral pirataria liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Texto extraído do blog do autor (clique aqui) publicado 20/01/2012. Na União Soviética, no final dos anos 1950 e 60, muitos livros que questionavam o sistema político começaram ser circulados em forma mimeografada. Seus autores nunca ganharam um centavo em royalties. Pelo contrário, eles foram perseguidos, denunciados pela imprensa oficial e, enviados ao exílio, para os </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/paulo-coelho-meus-pensamentos-sobre-sopa-e-pirataria/">Paulo Coelho: Meus pensamentos sobre SOPA (e pirataria)</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 style="font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; line-height: 21px; font-size: 21px; padding-bottom: 5px; margin: 25px 0px 10px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Texto extraído do blog do autor (<a style="text-decoration: none; color: #cc0000;" title="Paulo Coelho - Meus pensamentos sobre SOPA" href="http://paulocoelhoblog.com/2012/01/20/welcome-to-pirate-my-books/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Feed:+PauloCoelhosBlog+(Paulo+Coelho's+Blog)" target="_blank">clique aqui</a>) publicado 20/01/2012.</span></h2>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px; line-height: 16px;">Na União Soviética, no final dos anos 1950 e 60, muitos livros que questionavam o sistema político começaram ser circulados em forma mimeografada. Seus autores nunca ganharam um centavo em royalties. Pelo contrário, eles foram perseguidos, denunciados pela imprensa oficial e, enviados ao exílio, para os notórios &#8220;gulags&#8221; na Sibéria. No entanto, eles continuaram escrevendo.</span></div>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Por quê? Porque eles precisaram compartilhar o que estavam sentindo. Dos evangelhos aos manifestos políticos, a literatura tem permitido às ideias viajarem e até mesmo mudarem o mundo.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Não tenho nada contra pessoas que ganham dinheiro com seus livros que, é o que eu faço na minha vida.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Mas vejam o que está acontecendo agora. <strong>Stop Online Piracy Act (SOPA)</strong> pode parar a Internet. Este é um <strong>perigo real</strong>, não só para os americanos, mas para todos nós, porque se esta lei for aprovada vai afetar todo o planeta.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;"><strong>E como me sinto sobre isso?</strong></span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Como autor, eu deveria estar defendendo  a &#8220;propriedade intelectual&#8221; mas,  não estou.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Piratas do mundo, uni-vos e pirateiem tudo o que eu já escrevi!</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Os bons velhos tempos, quando cada ideia tinha um dono, se foram para sempre.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Primeiro, porque tudo que o povo faz é reciclar os mesmos quatro temas: uma história de amor entre duas pessoas, um triângulo amoroso, a luta pelo poder e, a história de uma viagem.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Segundo, porque todos os escritores querem que o que escreveram seja lido, seja em um jornal, blog, panfleto ou em uma parede.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Quanto mais vezes ouvimos uma canção no rádio, mais interessados ficamos em comprar o CD. É a mesma coisa com a literatura.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Quanto mais as pessoas &#8216;Pirateiam&#8217; um livro, melhor. Se eles gostarem do início, eles vão comprar o livro inteiro no dia seguinte, porque não há nada mais cansativo do que ler longas linhas de texto em uma tela de computador.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;"><strong>1. Algumas pessoas vão dizer:</strong> Você é rico o suficiente para permitir que seus livros sejam distribuídos gratuitamente.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Isso é verdade. Eu sou rico. Mas era o desejo de fazer dinheiro que me levou a escrever? Não. Minha família e meus professores todos disseram que não havia futuro na escrita.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Eu comecei a escrever e eu continuei escrevendo porque me dá prazer e dá sentido à minha existência. Se o dinheiro fosse o motivo, eu poderia ter parado de escrever há muito tempo. Invariavelmente me salvaria de ter de aturar as críticas negativas.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;"><strong>2. A indústria editorial vai  dizer:</strong> Artistas não podem sobreviver se não forem pagos.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Em 1999, quando tive meu livro publicado pela primeira vez na Rússia (com uma tiragem de 3.000), o país estava sofrendo uma escassez de papel grave. Por acaso, descobri uma edição &#8216;pirata&#8217; de O Alquimista e postei na minha página web. Um ano mais tarde, quando a crise foi resolvida, eu vendi 10 mil cópias da edição impressa. Em 2002, eu tinha vendido um milhão de cópias na Rússia e, até agora, já vendi mais de 12 milhões.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Quando viajei de trem por toda a Rússia, conheci várias pessoas que me disseram que tinham descoberto meu trabalho através da edição &#8216;pirata&#8217; que eu postei no meu site. Hoje em dia, eu tenho um site chamado &#8216;Pirata Coelho &#8220;, dando links para todos os livros meus que estão disponíveis em sites para baixar. E minhas vendas continuam a crescer &#8211; cerca de 140 milhões de cópias em todo o mundo.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Quando você comeu uma laranja, você tem que voltar à loja para comprar outra. Nesse caso, faz sentido pagar no local.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Com um objeto de arte, você não está comprando papel, tinta, pincel, tela ou notas musicais, mas sim a ideia nascida da combinação destes produtos.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">&#8220;Pirataria&#8221; pode agir como uma introdução à obra de um artista. Se você gosta de ideia dele ou dela então, você vai querer tê-la em sua casa, uma boa ideia não precisa de proteção.</span></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 15px; font-family: 'Lucida Grande', Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">O resto ou é a ganância ou ignorância</span></p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/paulo-coelho-meus-pensamentos-sobre-sopa-e-pirataria/">Paulo Coelho: Meus pensamentos sobre SOPA (e pirataria)</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>PANTA REI</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 12:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Por: Erika Figueira Ressucitando os gregos: &#8220;PANTA REI&#8221; (baseado em Heráclito de Éfeso &#8211; 535 a.C) Até o que aparenta estático, no seu silêncio é mutante&#8230;PANTA REI (TUDO PASSA)&#8230;jamais saberemos quais as águas estão adiante nessa nossa procissão&#8230; Hoje cremos no tempo, mas ele não existe&#8230;apenas nós seguimos adiante. O universo se expande&#8230;se expande? Não </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/panta-rei/">PANTA REI</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: 14px;">Por: <a href="https://www.facebook.com/erika.figueira.1">Erika Figueira</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><strong><span style="font-family: helvetica;">Ressucitando os gregos: &#8220;PANTA REI&#8221; (baseado em Heráclito de Éfeso &#8211; 535 a.C)</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Até o que aparenta estático, no seu silêncio é mutante&#8230;PANTA REI (TUDO PASSA)&#8230;jamais saberemos quais as águas estão adiante nessa nossa procissão&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Hoje cremos no tempo, mas ele não existe&#8230;apenas nós seguimos adiante. O universo se expande&#8230;se expande? Não sabemos, os que aqui estiveram antes de nós, se admitiam ignorantes e por isso se sentiam pequenos querendo dominar a imensidão. Hoje? Somos monstros imensos e prepotentes e tranquilos dentro da nossa pretensão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Quando aqui chegamos os ignorantes já haviam dominado o fogo, os animais já estavam domados, caminhos? Todos os possíveis parecem já ter sido trilhados&#8230;pobre HOJE, pobre OCIDENTAL&#8230;PANTA REI..menos o teu cabresto monumental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Somos brilhantes!! Os brutos dividiram a filosofia em todas as matérias que hoje&#8230;fazemos nossos filhos gravar&#8230;no dia a dia de sua &#8220;não escola&#8221;&#8230;mas PANTA REI&#8230;que eles andem pra frente retrocedendo o mundo ao ponto de não ter mais a pretensão de que tudo é conhecido&#8230;que tudo passe e paremos de estar parados nos sentindo os mais evoluídos que estiveram neste mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">PANTA REI&#8230;nada ou ninguém nunca é o mesmo&#8230;o universo não para e a nossa noção das horas é em função da estaticidade que não enxergamos em nós mesmos, pode ser que a existência se baseie em intermitências de milissegundos, entre a vida e a morte, o claro e a escuridão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">O rio que nos banhamos nunca é o mesmo, ou somos nós que nascemos e morremos e renascemos sempre na mesma hora, mas em outra dimensão?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">PANTA REI&#8230;que nossos filhos se vejam como ignorantes, pois a nós que cremos saber de tudo, viver é olhar o mundo com a pretensão de que ele já foi compreendido, quando na verdade nada nos pede compreensão.</span></p>
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		<title>Os três aspectos do AMOR.</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 01:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Aa portuguesa possui apenas uma palavra para amor. Os pensadores gregos por sua vez davam à palavra amor três acepções distintas: EROS, PHILIAE e ÁGAPE.  Eros é o amor-instinto, o amor relacionado aos prazer e sensações físicas. É o amor que se manifesta através das paixões inebriantes. É uma experiência que todo ser humano um </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/os-tres-aspectos-do-amor/">Os três aspectos do AMOR.</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Aa portuguesa possui apenas uma palavra para amor. Os pensadores gregos por sua vez davam à palavra amor três acepções distintas: EROS, PHILIAE e ÁGAPE. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;"><b>Eros é o amor-instinto</b>, o amor relacionado aos prazer e sensações físicas. É o amor que se manifesta através das paixões inebriantes. É uma experiência que todo ser humano um dia experimenta algum nível. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;"><b>Filia é o amor-amizade</b>. É o amor que não monopoliza, não escraviza, não cria dependentes. É o amor que vive a alegria de se comunicar com alguém do jeito que a pessoa é. Esse amor culmina na disposição de expor a vida em benefício do outro. Para o filósofo grego Epicuro a amizade é o máximo que a sabedoria da felicidade nos pode oferecer na vida.   </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;"><b>Ágape é o amor-divino, ou amor no nível da alma</b>. É o querer bem de coração não só ao amigo, mas a todas as pessoas se estende até mesmo àqueles com quem não se tem contato direto. Seria também o amor de Deus por seu filhos. Esse aspecto do amor é desinteressado e não espera recompensas e premiações por seus gestos e não se confunde com sentimentos de posse e  apego que levam ao desejo de controlar o objeto do amor. É neste nível de amor que o indivíduo experimenta o desejo de servir ao próximo, à uma instituição, causa ou ideal. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Os três aspectos de amor formam um conjunto inseparável. A filia participa da força do eros. E também o ágape precisa do eros, caso contrário se esvazia. O ágape está presente no amor erótico e amigo.</span></p>
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		<title>O MITO DA CAVERNA</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 20:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>SÓCRATES – Figura-te agora o estado da natureza humana, em relação à ciência e à ignorância, sob a forma alegórica que passo a fazer. Imagina os homens encerrados em morada subterrânea e cavernosa que dá entrada livre à luz em toda extensão. Aí, desde a infância, têm os homens o pescoço e as pernas presos </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/o-mito-da-caverna/">O MITO DA CAVERNA</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p itemprop="name" style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES – Figura-te agora o estado da natureza humana, em relação à ciência e à ignorância, sob a forma alegórica que passo a fazer. Imagina os homens encerrados em morada subterrânea e cavernosa que dá entrada livre à luz em toda extensão. Aí, desde a infância, têm os homens o pescoço e as pernas presos de modo que permanecem imóveis e só vêem os objetos que lhes estão diante. Presos pelas cadeias, não podem voltar o rosto. Atrás deles, a certa distância e altura, um fogo cuja luz os alumia; entre o fogo e os cativos imagina um caminho escarpado, ao longo do qual um pequeno muro parecido com os tabiques que os pelotiqueiros põem entre si e os espectadores para ocultar-lhes as molas dos bonecos maravilhosos que lhes exibem.</span></p>
<div itemprop="description articleBody">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Imagino tudo isso.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Supõe ainda homens que passam ao longo deste muro, com figuras e objetos que se</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">elevam acima dele, figuras de homens e animais de toda a espécie, talhados em pedra ou madeira. Entre os que carregam tais objetos, uns se entretêm em conversa, outros guardam em silêncio.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Similar quadro e não menos singulares cativos!</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Pois são nossa imagem perfeita. Mas, dize-me: assim colocados, poderão ver de si mesmos e de seus companheiros algo mais que as sombras projetadas, à claridade do fogo, na parede que lhes fica fronteira?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Não, uma vez que são forçados a ter imóveis a cabeça durante toda a vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; E dos objetos que lhes ficam por detrás, poderão ver outra coisa que não as sombras?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Não.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Ora, supondo-se que pudessem conversar, não te parece que, ao falar das sombras que vêem, lhes dariam os nomes que elas representam?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Sem dúvida.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓRATES &#8211; E, se, no fundo da caverna, um eco lhes repetisse as palavras dos que passam, não julgariam certo que os sons fossem articulados pelas sombras dos objetos?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Claro que sim.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Em suma, não creriam que houvesse nada de real e verdadeiro fora das figuras que desfilaram.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Necessariamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Vejamos agora o que aconteceria, se se livrassem a um tempo das cadeias e do erro em que laboravam. Imaginemos um destes cativos desatado, obrigado a levantar-se de repente, a volver a cabeça, a andar, a olhar firmemente para a luz. Não poderia fazer tudo isso sem grande pena; a luz, sobre ser-lhe dolorosa, o deslumbraria, impedindo-lhe de discernir os objetos cuja sombra antes via.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">Que te parece agora que ele responderia a quem lhe dissesse que até então só havia visto fantasmas, porém que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, via com mais perfeição? Supõe agora que, apontando-lhe alguém as figuras que lhe desfilavam ante os olhos, o obrigasse a dizer o que eram. Não te parece que, na sua grande confusão, se persuadiria de que o que antes via era mais real e verdadeiro que os objetos ora contemplados?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Sem dúvida nenhuma.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Obrigado a fitar o fogo, não desviaria os olhos doloridos para as sombras que poderia ver sem dor? Não as consideraria realmente mais visíveis que os objetos ora mostrados?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Certamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Se o tirassem depois dali, fazendo-o subir pelo caminho áspero e escarpado, para só o liberar quando estivesse lá fora, à plena luz do sol, não é de crer que daria gritos lamentosos e brados de cólera? Chegando à luz do dia, olhos deslumbrados pelo esplendor ambiente, ser-lhe ia possível discernir os objetos que o comum dos homens tem por serem reais?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; A princípio nada veria.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Precisaria de algum tempo para se afazer à claridade da região superior. Primeiramente, só discerniria bem as sombras, depois, as imagens dos homens e outros seres refletidos nas águas; finalmente erguendo os olhos para a lua e as estrelas, contemplaria mais facilmente os astros da noite que o pleno resplendor do dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Não há dúvida.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Mas, ao cabo de tudo, estaria, decerto, em estado de ver o próprio sol, primeiro refletido na água e nos outros objetos, depois visto em si mesmo e no seu próprio lugar, tal qual é.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Fora de dúvida.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Refletindo depois sobre a natureza deste astro, compreenderia que é o que produz as estações e o ano, o que tudo governa no mundo visível e, de certo modo, a causa de tudo o que ele e seus companheiros viam na caverna.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; É claro que gradualmente chegaria a todas essas conclusões.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Recordando-se então de sua primeira morada, de seus companheiros de escravidão e da idéia que lá se tinha da sabedoria, não se daria os parabéns pela mudança sofrida, lamentando ao mesmo tempo a sorte dos que lá ficaram?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Evidentemente.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Se na caverna houvesse elogios, honras e recompensas para quem melhor e mais prontamente distinguisse a sombra dos objetos, que se recordasse com mais precisão dos que precediam, seguiam ou marchavam juntos, sendo, por isso mesmo, o mais hábil em lhes predizer a aparição, cuidas que o homem de que falamos tivesse inveja dos que no cativeiro eram os mais poderosos e honrados? Não preferiria mil vezes, como o herói de Homero, levar a vida de um pobre lavrador e sofrer tudo no mundo a voltar às primeiras ilusões e viver a vida que antes vivia?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Não há dúvida de que suportaria toda a espécie de sofrimentos de preferência a viver da maneira antiga.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Atenção ainda para este ponto. Supõe que nosso homem volte ainda para a caverna e vá assentar-se em seu primitivo lugar. Nesta passagem súbita da pura luz à obscuridade, não lhe ficariam os olhos como submersos em trevas?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Certamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Se, enquanto tivesse a vista confusa &#8212; porque bastante tempo se passaria antes que os olhos se afizessem de novo à obscuridade &#8212; tivesse ele de dar opinião sobre as sombras e a este respeito entrasse em discussão com os companheiros ainda presos em cadeias, não é certo que os faria rir? Não lhe diriam que, por ter subido à região superior, cegara, que não valera a pena o esforço, e que assim, se alguém quisesse fazer com eles o mesmo e dar-lhes a liberdade, mereceria ser agarrado e morto?</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">GLAUCO &#8211; Por certo que o fariam.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 16px;">SÓCRATES &#8211; Pois agora, meu caro GLAUCO, é só aplicar com toda a exatidão esta imagem da caverna a tudo o que antes havíamos dito. O antro subterrâneo é o mundo visível. O fogo que o ilumina é a luz do sol. O cativo que sobe à região superior e a contempla é a alma que se eleva ao mundo inteligível. Ou, antes, já que o queres saber, é este, pelo menos, o meu modo de pensar, que só Deus sabe se é verdadeiro. Quanto à mim, a coisa é como passo a dizer-te. Nos extremos limites do mundo inteligível está a idéia do bem, a qual só com muito esforço se pode conhecer, mas que, conhecida, se impõe à razão como causa universal de tudo o que é belo e bom, criadora da luz e do sol no mundo visível, autora da inteligência e da verdade no mundo invisível, e sobre a qual, por isso mesmo, cumpre ter os olhos fixos para agir com sabedoria nos negócios particulares e públicos.</p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div><em><strong>FONTE:  &#8221;A República&#8221; de Platão . 6° ed. Ed. Atena, 1956, p. 287-291</strong></em></div>
<div style="text-align: justify;">
<div itemprop="description articleBody">
<div></div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Papo Filosófico #007 &#8211; Quem TViu ? Quem TV ?</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-007-quem-tviu-quem-tv/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 08:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Saudações Buscadores do conhecimento! Neste espisódio o Papo Filosófico é sobre televisão, então sorria você está sendo manipulado&#8230;   Participantes deste episódio: Marcio Etiane (@metiane), Mário Orestes e Leandro Pinheiro(@Senhor_P) &#160; Citados no episódio O Mundo de Beakman &#8211; Televisão Além do Cidadão Kane &#160; Nossos Contatos E-mail: contato@aviafilosfica.com Siga @aviafilosofica no Twitter. Curta nossa página no Facebook </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-007-quem-tviu-quem-tv/">Papo Filosófico #007 &#8211; Quem TViu ? Quem TV ?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Saudações Buscadores do conhecimento!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Neste espisódio o Papo Filosófico é sobre televisão, então sorria você está sendo manipulado&#8230;  </span></p>
<p style="text-align: justify;"> <img src='http://www.aviafilosofica.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><strong><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: 20px;">Participantes deste episódio:</span></span></strong></span></p>
<p><em id="__mceDel"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18px;">Marcio Etiane (@metiane), Mário Orestes e Leandro Pinheiro(@Senhor_P)</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 20px;"><strong><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; color: #000000;">Citados no episódio<br />
</span></strong></span></p>
<p><strong><span style="font-size: 18px; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=KFqUp1W3tkY">O Mundo de Beakman &#8211; Televisão<br />
</a></span></strong><strong><span style="font-size: 18px; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=MtQTejGeL4M">A</a></span></strong><strong><span style="font-size: 18px; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=MtQTejGeL4M">lém do Cidadão Kane</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">Nossos Contatos</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18px;"> <strong>E-mail:</strong> <span style="color: #ff0000;"><a href="mailto:contato@aviafilosfica.com"><span style="color: #ff0000;">contato@aviafilosfica.com</span></a></span><br />
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<p>&nbsp;</p>
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<p><span style="font-size: 22px;"> </span></p>
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		<itunes:subtitle>Saudações Buscadores do conhecimento! Neste espisódio o Papo Filosófico é sobre televisão, então sorria você está sendo manipulado...   ;-) Participantes deste episódio: Marcio Etiane (@metiane), Mário Orestes e Leandro Pinheiro(@Senhor_P) -   - </itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Saudações Buscadores do conhecimento!
Neste espisódio o Papo Filosófico é sobre televisão, então sorria você está sendo manipulado...  
;-)
Participantes deste episódio:
Marcio Etiane (@metiane), Mário Orestes e Leandro Pinheiro(@Senhor_P)

 

Citados no episódio


O Mundo de Beakman - Televisão
Além do Cidadão Kane

 

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		<title>O Ressuscitar de Epicuro</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2013 19:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nós somos os bichos que nos afastamos do prazer, sendo assim, Epicuro acreditava que para o homem CONSEGUIR ser feliz, ele deve ter o poder de aplacar suas dores, com uma JUSTA MEDIDA do prazer. Ele acreditava então que a &#8220;felicidade do simples&#8221; afasta os homens da dor, e nos possibilita a vivência do nosso </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/ressuscitar-de-epicuro/">O Ressuscitar de Epicuro</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">Nós somos os bichos que nos afastamos do prazer, sendo assim, Epicuro acreditava que para o homem CONSEGUIR ser feliz, ele deve ter o poder de aplacar suas dores, com uma JUSTA MEDIDA do prazer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">Ele acreditava então que a &#8220;felicidade do simples&#8221; afasta os homens da dor, e nos possibilita a vivência do nosso instinto animal. Ele prega o prazer dosado e simples como remédio para nossos pânicos, nosso medo do desconhecido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">O pensamento humano acorrentou &#8220;o prazer&#8221; aos &#8220;castigos dos Deuses&#8221;, sendo assim, o homem sempre abriu mão de uma série de prazeres, imprescindíveis para a SOBREVIVÊNCIA da felicidade, visto que nossa natureza animal é lesada por essas privações, causadas pela moral religiosa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">Esse filósofo salvaria o nosso mundo de hoje, pois a simplicidade de suas conclusões são completamente reais e vão em direção oposta a ganância que nos assola.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">Epicuro já prova em seu próprio tempo, por &#8220;a mais b&#8221;, que a perseguição de valores fora dos primordiais contidos em nossos instintos, são um entrave pra nossa felicidade, ele prega que a essência real da felicidade é sinônimo de plenitude, e uma espécie de &#8220;anestesia&#8221; que prazeres primordiais, podem causar aos nossos sentidos, podem tornar leve os nossos fardos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">Não é difícil compreender, dentro desta lógica completamente palpável, que os vícios da nossa sociedade de consumo, são os principais causadores de stress&#8230;nos mantém ligados a sensações fugazes, placebos de alegria&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">ELE hoje seria um ativista contra o consumo e talvez tratasse o próprio assunto da depressão e dos males mentais como consequência de privações às nossas naturezas, com explicações simples&#8230;que vários especialistas de diversos tempos, tentaram decodificar com teorias mirabolantes&#8230;acreditava na cura através da reflexão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">Imaginem alguém dizendo hoje: Não sofra pois você tem o que comer (aprecie esse prazer), pare de criar dores mentais e se alegre por não ter dor física (aponia), enxergue a alegria de viver com os seu amigos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">O que é prazer para nós HOJE? Resposta simples, é um prazer não democrático pois nem todos podem consumir, quando na realidade ter acesso a prazeres simples já pode curar nossas dores. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">Vivemos em uma sociedade em que muitos são privados dos prazeres da alma, em função de poucos que desejam alegrias nada simples&#8230;desejam excessos NECESSÁRIOS PARA O HUMANO, e matam o que deveria ser básico: nos alegrarmos com os sentidos dos bichos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 18px;">Você já se perguntou o que necessita pra manter sua ATARAXIA (imperturbabilidade da alma)?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 18px;"><a href="https://www.facebook.com/erika.figueira.1">ERIKA FIGUEIRA</a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18px;">http://idofobia.com.br</span></strong></em></p>
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		<title>Papo Filosófico #006 &#8211; Direito For Dummies</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/direito-for-dummies/</link>
		<comments>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/direito-for-dummies/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 06:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Saudações Buscadores do Conhecimento ! Neste espisódio Márcio Etiane (@metiane) Gustavo Faria (@cocatech) e Diogo Santos (@diogo0587), três GEEKS batem um papo não sobre tecnologia mas sobre Direito, Justiça e vários conceitos interconectados.  CITADOS NO ESPISÓDIO DURA LEX, SED LEX -&#62; Explicação WikiPedia Monty Python -&#62; Como identificar uma bruxa OUÇA TAMBÉM:  Iuriscast: http://www.contextojuridico.com.br/iuriscast/. Arte das </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/direito-for-dummies/">Papo Filosófico #006 &#8211; Direito For Dummies</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-size: 18px; font-family: verdana, geneva;">Saudações Buscadores do Conhecimento !</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva;"><span style="font-size: 18px;">Neste espisódio Márcio Etiane (@metiane) Gustavo Faria (@cocatech) e Diogo Santos (@diogo0587), três GEEKS batem um papo não sobre tecnologia mas sobre Direito, Justiça e vários conceitos interconectados.</span> </span></p>
<h4><span style="text-decoration: underline;">CITADOS NO ESPISÓDIO</span></h4>
<p><span style="font-size: 14px;"><em><strong>DURA LEX, SED LEX -&gt;</strong></em> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dura_lex,_sed_lex">Explicação WikiPedia</a></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><strong>Monty Python</strong> -&gt; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=jaXgL7xohL0">Como identificar uma bruxa</a></span></p>
<p><span style="font-size: 16px;">OUÇA TAMBÉM:  Iuriscast: </span><a href="http://www.contextojuridico.com.br/iuriscast/" rel="nofollow">http://www.contextojuridico.com.br/iuriscast/</a>.</p>
<p><strong>Arte das vitrines: Will Lopes</strong></p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/direito-for-dummies/">Papo Filosófico #006 &#8211; Direito For Dummies</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>Saudações Buscadores do Conhecimento ! Neste espisódio Márcio Etiane (@metiane) Gustavo Faria (@cocatech) e Diogo Santos (@diogo0587), três GEEKS batem um papo não sobre tecnologia mas sobre Direito, Justiça e vários conceitos interconectados.  - </itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Saudações Buscadores do Conhecimento !
Neste espisódio Márcio Etiane (@metiane) Gustavo Faria (@cocatech) e Diogo Santos (@diogo0587), três GEEKS batem um papo não sobre tecnologia mas sobre Direito, Justiça e vários conceitos interconectados. 

CITADOS NO ESPISÓDIO
DURA LEX, SED LEX -&gt; Explicação WikiPedia

Monty Python -&gt; Como identificar uma bruxa

OUÇA TAMBÉM:  Iuriscast: http://www.contextojuridico.com.br/iuriscast/.

Arte das vitrines: Will Lopes</itunes:summary>
		<itunes:author>A Via Filosófica</itunes:author>
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		<title>PAPO FILOSÓFICO #005 &#8211; CARNAVAL</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-005-carnaval/</link>
		<comments>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-005-carnaval/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Feb 2013 10:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval Filosofia Podcast Papo Filosófico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160; SAUDAÇÕES BUSCADORES DO CONHECIMENTO ! NESTE EPISÓDIO Marcio Etiane (@aviafilosofica), Mário Orestes (blog) Ira Morato (PussyCast) e Daniel Martins (Euterpe Despedaçada) conversam e explicam as origens do carnaval, sua função de liberação de tensões e impulsos reprimidos, sua função social e muito mais&#8230; Citado no episódio: A FORTUNA  Siga @aviafilosofica no Twitter  e concorra à um livro </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-005-carnaval/">PAPO FILOSÓFICO #005 &#8211; CARNAVAL</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 18px;">SAUDAÇÕES BUSCADORES DO CONHECIMENTO !</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">NESTE EPISÓDIO Marcio Etiane <a href="http://www.twitter.com/aviafilosofica">(@aviafilosofica)</a>, Mário Orestes <a href="http://www.marioorestes.blogspot.com.br">(blog)</a> Ira Morato <a href="http://www.pussycast.wordpress.com">(PussyCast</a>) e Daniel Martins<a href="http://euterpedespedacada.blogspot.com.br"> (Euterpe Despedaçada)</a> conversam e explicam as origens do carnaval, sua função de liberação de tensões e impulsos reprimidos, sua função social e muito mais&#8230;<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><strong>Citado no episódio:</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=BNWpZ-Y_KvU">A FORTUNA</a> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Siga <a href="http://www.twitter.com/aviafilosofica"><strong>@aviafilosofica</strong></a> no Twitter  e concorra à um livro de Alain de Botton.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Assine nosso Feed: <a href="http://feeds.feedburner.com/papofilosofico">http://feeds.feedburner.com/papofilosofico<br />
</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Não sabe o que é um Feed ? Descubra <a href="http://www.aviafilosofica.com/podcast-3/como-ouvir/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Aqui</strong></span></a></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: medium;">Curta nossa página no <a href="http://www.facebook.com/aviafilosofica"><strong>Facebook</strong></a></span></p>
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	<itunes:subtitle>  SAUDAÇÕES BUSCADORES DO CONHECIMENTO ! NESTE EPISÓDIO Marcio Etiane (@aviafilosofica), Mário Orestes (blog) Ira Morato (PussyCast) e Daniel Martins (Euterpe Despedaçada) conversam e explicam as origens do carnaval,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary> 
SAUDAÇÕES BUSCADORES DO CONHECIMENTO !
NESTE EPISÓDIO Marcio Etiane (@aviafilosofica), Mário Orestes (blog) Ira Morato (PussyCast) e Daniel Martins (Euterpe Despedaçada) conversam e explicam as origens do carnaval, sua função de liberação de tensões e impulsos reprimidos, sua função social e muito mais...

Citado no episódio:

A FORTUNA 
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		<itunes:author>A Via Filosófica</itunes:author>
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		<title>Misticismo Quântico</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/misticismo-quantico/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 19:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Misticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Quântico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Há já alguns anos está em voga o que, com enorme aplicação, pode ser chamado “misticismo quântico”, que consiste em umas orelhadas distantes na teoria, e um floreado metafísico sobre isso. É interessante notar, que os que se deslumbram com tal misticismo costumam desdenhar da teoria física clássica, e nenhum interesse possuem na relatividade. Creio </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/misticismo-quantico/">Misticismo Quântico</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Há já alguns anos está em voga o que, com enorme aplicação, pode ser chamado “misticismo quântico”, que consiste em umas orelhadas distantes na teoria, e um floreado metafísico sobre isso.</span></h2>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">É interessante notar, que os que se deslumbram com tal misticismo costumam desdenhar da teoria física clássica, e nenhum interesse possuem na relatividade.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Creio que a razão para isso, está exatamente no que vejo como um obscurantismo da teoria quântica.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">De meu ponto de vista as coisas sucederam assim:</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">A física newtoniana angariou, no século XIX, um sucesso sem precedentes.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Esse sucesso gerou uma crença pia na ciência.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Tal crença foi advogada e proclamada pelos positivismos, versões sobre um mesmo tema imperantes na época.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Críticas posteriores à teoria, durante o século XX, impuseram a construção de uma nova teoria, a mecânica quântica.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Seus preceitos se inspiraram no neopositivismo, corrente filosófica remanescente do otimismo cientificista do século anterior.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Creio que um dos pressupostos inspiradores da teoria era a necessidade de não errar. Os positivistas tinham por objetivo construir um conhecimento científico provado, indubitável. Tratava-se de demonstrar fatos e conclusões sobre a natureza e listá-los em um longo compêndio chamado ciência (essa pretensão foi posteriormente negada por Karl Popper que mostrou sua inviabilidade).</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Como o intuito de não errar, os quânticos trataram de afirmar o mínimo possível. Falando pouco, evitariam muitos erros.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Com o propósito de evitar o erro a todo custo, os quânticos se sentiam confiantes para  afirmar a existência de tudo aquilo que podiam ver. Mas, oh medo brutal do erro: trataram de se calar sobre aquilo que não viam.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Atentem ao significado disso: como tenho horror ao erro, só afirmarei aquilo do qual tenho a mais absoluta certeza. Assim, se eu for um quântico, afirmarei a existência do mundo ao meu redor, desse teclado que digito, da tela à minha frente. Mas nada poderei dizer sobre o quarto ao lado. Estava lá quando ali estive, mas, como posso saber se já não sucumbiu quando o deixei? (notem o grau de paranóia da dúvida).</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Curiosamente, essa tentativa férrea de evitar o erro acabou acarretando um equívoco surpreendente: da impossibilidade de afirmar o que não era visto, se sentiram compelidos a afirmar a não-existência daquilo!</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Então, ao invés de dizer, “só posso garantir a existência daquilo que vejo agora”, passaram a afirmar: “e o que não vejo não existe!”, caindo, dessa maneira, em um antigo mote devido a um metafísico religioso inglês, Georges Berkeley: ser é ser percebido.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Os quânticos tentam interpretar ao pé da letra as equações estatísticas que utilizam.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Devido a sua própria natureza, as equações estatísticas descrevem o mundo revelando um conjunto de estados possíveis, e a probabilidade de cada um deles.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">A interpretação usual de tais equações, consiste em imaginar que o mundo está em um estado (está de um jeito), em qualquer um dos estados sugeridos pela equação, e com a probabilidade ali descrita.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">A estranha, e quase mística, interpretação proposta pelos quânticos consiste em admitir todos os estados como simultaneamente existentes!</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Assim, se uma equação probabilística descreve uma porta estando aberta ou fechada, com metade das chances de estar em um desses dois estados, qualquer pessoa sensata dirá: a porta está aberta, ou fechada. Mas o quântico dirá: a porta está aberta e fechada! Está nesses dois estados com iguais probabilidades! Ou seja, o quântico não propõe a exclusão (ou a porta está aberta, ou está fechada) como qualquer pessoa sensata proclamaria, mas, interpretando a equação em um sentido estritamente literal, à maneira recomendada pelos positivistas, com o intuito de evitar qualquer erro, e então proclamam: a porta está aberta e fechada! (Ah, nenhum deles quer dizer que a porta está meio aberta).</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Deixas como esta parecem seduzir uma enorme quantidade de pessoas avessas ao conhecimento científico e à matemática. Percebendo o absurdo se imiscuindo em meio às crenças científicas, descobrem um filão para suas ideias desconexas e confusas.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Ao contrário da ficção, ou mesmo da metafísica, onde as ideias fluem livres, e os autores podem, e devem, inventar o mais estranhamente que conseguirem, sem nenhum freio, as ideias científicas devem se encaixar umas às outras, como brinquedinhos de armar.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Aliás, creio ser essa a principal diferença entre ciência e ficção. Quanto a meus gostos pesssoais em relação a ambas, prefiro as mais estranhas, brilhantes, inovadoras.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Note que essa restrição à ciência, a necessidade de encaixar-se às outras como nos brinquedos, longe de tolher a imaginação dos cientistas, os estimulou a criar ao mais bizarros mundos já imaginados, e quem duvidar disso deve tomar conhecimento de desenvolvimentos sobre relatividade, geometrias não-euclidianas, lógicas não-clássicas, sistemas replicativos e muitos outros delírios científicos maravilhosos, mas tão corretamente atados a outros brinquedinhos quanto o possível.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 16px;">Quanto ao misticismo quântico sugerido por essa ciência pouco imaginativa, consiste apenas em má ficção, numa ficção pobre improfícua e desconexa.</span></p>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Gustavo Gollo </span></strong><br />
<strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/3072924">http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/3072924</a><span style="font-size: 14px;"><strong>O</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 14px;"><strong>uça o PodCast</strong></span><br />
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		<title>A Ciência que escraviza o ser humano</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 22:13:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Então o Papa (@ Pontifex) agora está twittando em latim? E, aparentemente, sem qualquer indício de que seja “trollagem”. Um dos grandes problemas do Cristianismo na Idade Média foi a de que a maioria das cópias da Bíblia foram escritos em latim. Embora textos bíblicos sustentassem o sistema de crenças predominante, apenas uma pequena elite </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/a-ciencia-que-escraviza-o-ser-humano/">A Ciência que escraviza o ser humano</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Então o Papa (@ Pontifex) agora está twittando em latim?</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"> E, aparentemente, sem qualquer indício de que seja <em>“trollagem”</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Um dos grandes problemas do Cristianismo na Idade Média foi a de que a maioria das cópias da Bíblia foram escritos em latim. Embora textos bíblicos sustentassem o sistema de crenças predominante, apenas uma pequena elite de pessoas educadas era capaz de ler os textos. Se você não pode acessar a fonte de conhecimento do mundo no qual você está inserido, não pode questioná-la e você se torna escravizado por suas crenças em vez de liberto por elas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Esta situação foi transformada quando a Bíblia foi traduzida para o Inglês (e outras línguas nacionais) e depois impresso e distribuído em toda a Europa. Esta revolução permitiu que pessoas comuns estudassem e compreendessem os textos originais. Foi a porta de entrada para o Iluminismo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Hoje vivemos uma situação análoga. Na era moderna, a ciência substituiu a religião como o sistema de crenças fundamental. É fundamental para as nossas vidas, e informa quase todos os debates, e ainda assim apenas uma pequena elite realmente tem acesso ao material de original da ciência moderna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">As descobertas científicas não são escritas em latim, mas o resultado é praticamente o mesmo. Elas são escritas em uma linguagem altamente acadêmica e são encontradas principalmente em publicações especializadas fora do alcance do público. Os cientistas, em sua maioria, não são comunicadores natos. Os poucos que o são, como Richard Dawkins, Carl Sagan ou Marcelo Gleiser são considerados os Sumos Sacerdotes, interpretando a ciência para uma população ignorante. A idéia de que apenas um pequeno número de fontes de autoridade pode ser confiável para o conhecimento era exatamente o que o Iluminismo procurou superar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Há um perigo real aqui de idolatria científica. E idolatria pode levar a caça às bruxas, superstição e repressão do pensamento livre. Neste ambiente, o criacionismo e negação prosperam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Tal como aconteceu com o cristianismo, antes, a ciência precisa ser colocada diretamente ao alcance do público em geral. É por isso que todo mundo que entende a ciência tem o dever de ajudar a comunicar aos outros. Para educar, informar e capacitá-los. Para explicar o pensamento científico e as limitações científicas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Um dia, talvez, todos tenham o conhecimento necessário para entender a explicação científica do mundo por si mesmos, e não apenas através da interpretação de terceiros. Então, teremos entrado numa nova Idade das Luzes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 14px;">Este texto é uma adaptação.</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: 14px;">Leia o original aqui: <a href="http://www.singularityweblog.com/is-science-the-new-latin/">http://www.singularityweblog.com/is-science-the-new-latin/</a></span></strong></p>
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		<title>Aprendi</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/aprendi/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2013 22:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendi]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[PodCast]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Shakespeare]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A autoria este texto tem sido atribuída a Shakespeare, porém ele não consta na lista oficial de obras do autor. Interpretação: Diogo Santos (@diogo0587) Música: Beyond The Sundial Artista: Kevin Kern Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém.  Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e Ter paciência, para que a vida </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/aprendi/">Aprendi</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">A autoria este texto tem sido atribuída a <a href="http://pensador.uol.com.br/frase/NjMxODc2/">Shakespeare</a>, porém ele não consta na lista oficial de obras do autor.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"> <strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> Interpretação: Diogo Santos <a href="http://www.twitter.com/diogo0587">(@diogo0587)</a></span></strong></span><br />
<span style="font-size: 14px;"> <strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> Música: <span style="color: #ff9900;"><a href="https://itunes.apple.com/br/album/beyond-the-sundial/id62112360?i=62112290"><span style="color: #ff9900;">Beyond The Sundial</span></a></span></span></strong></span><br />
<span style="font-size: 14px;"> <strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> Artista: Kevin Kern</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém. </span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e Ter paciência, para que a vida faça o resto.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Eu aprendi&#8230;Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi&#8230; Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sente.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que perdoar exige muita prática.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi&#8230; Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Eu aprendi&#8230; Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto;</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero me envolver.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.</span></p>
<p><span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: 18px;">Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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	<itunes:subtitle>A autoria este texto tem sido atribuída a Shakespeare, porém ele não consta na lista oficial de obras do autor.   Interpretação: Diogo Santos (@diogo0587)   Música: Beyond The Sundial   Artista: Kevin Kern </itunes:subtitle>
		<itunes:summary>A autoria este texto tem sido atribuída a Shakespeare, porém ele não consta na lista oficial de obras do autor.
  Interpretação: Diogo Santos (@diogo0587)
  Música: Beyond The Sundial
  Artista: Kevin Kern
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém. 
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e Ter paciência, para que a vida faça o resto.

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.

Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.

Eu aprendi...Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.

Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.

Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.

Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sente.

Aprendi que perdoar exige muita prática.

Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

Aprendi... Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.

Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso.

Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.

Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto;

Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero me envolver.

Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.

Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.

E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

 

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Originalmente Publicado no TELHACAST.COM.
 Clique no link acima e leia o texto integral do poema.</itunes:summary>
		<itunes:author>A Via Filosófica</itunes:author>
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		<title>Filosofar e Cagar</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/filosofar-e-cagar/</link>
		<comments>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/filosofar-e-cagar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 21:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[cagar]]></category>
		<category><![CDATA[filosofar]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Por Fabio Goulart Se Sócrates era o parteiro das ideias, eu não sei como elas continuam nascendo&#8230; Acho que a filosofia é semelhante ao ato de cagar. Existem prisões de ventre, quando o pensamento esta lá, incomodando. Mas agente faz força, faz força e nada do “dito cujo” sair. Mas quando sai, é um alívio </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/filosofar-e-cagar/">Filosofar e Cagar</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px;"><a href="http://www.facebook.com/filosofiahoje"><strong>Por Fabio Goulart</strong></a></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="video-shortcode"><iframe title="YouTube video player" width="600" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/http://www.youtube.com/watch?v=pMQ5J-NCxYo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Se Sócrates era o parteiro das ideias, eu não sei como elas continuam nascendo&#8230;</span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Acho que a filosofia é semelhante ao ato de cagar.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Existem prisões de ventre, quando o pensamento esta lá, incomodando. Mas agente faz força, faz força e nada do “dito cujo” sair. Mas quando sai, é um alívio só! É uma verdadeira felicidade&#8230; O problema é quando desce arranhado e machuca a nós mesmos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">                </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Existem diarreias, quando as ideias não param de surgir na nossa mente, às vezes nem dá tempo de anotar uma e já vem chegando outra. O único problema das diarréias filosóficas é que o pensamento geralmente é mole, sem densidade ou firmeza argumentativa.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">                </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Existe o cocô diário, aquela “cagada” diária que todos devemos fazer para sobreviver. Geralmente simples e indolor serve para aliviarmos um pouco de toda a informação que recebemos no dia-a-dia.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Também há a “Barrigada depois do churrasco”, após ler bons livros e ter tido boas aulas de filosofia&#8230; a cagada é sempre arrasadora. Diríamos que ela “entope o vazo” de tantas são as ideias.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">                </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Filosofar não deixa de ser o ato de expelir as ideias pra fora, ou de refleti-las nas calmas águas de nossa mente. Às vezes doloridas, outras vezes fluidas&#8230; Às vezes simples, outas complexas&#8230; <i>FILOSOFAR É VITAL PARA EVOLUÇÃO DO HOMEM o</i></span></span><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">u em palavras mais simples, FILOSOFAR É COMO CAGAR.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"> (obs.: <i>isto não significa que todas nossas ideias sejam uma bosta</i>.)</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;"><em><em><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
</span><span style="font-size: 18px; font-family: helvetica;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Explicação do Autor:</p>
<p></span></strong></span></em></em><span style="font-size: 16px;"><span style="font-family: helvetica;">Este </span><i><span style="font-family: helvetica;">texto eu escrevi quando tinha apenas 18 anos e estava iniciando o curso de filosofia. Trata-se de uma brincadeira, um texto humorístico que apresentei nas aulas iniciais de filosofia e que foi aclamado por colegas e professores. Pra se ter uma ideia, o Professo Sérgio Augusto Sardi, que é doutor em filosofia, solicitou minha autorização para utilizar estas &#8220;poéticas palavras&#8221; em seus trabalhos acerca de filosofia para jovens e crianças. Então&#8230; com muito orgulho, lhes compartilho esta bizarra analogia..</span>.</i> </span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte: www.filosofiahoje.com</strong></div>
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		</item>
		<item>
		<title>DICAS PARA ESTUDAR FILOSOFIA</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/uncategorized/dicas-para-estudar-filosofia-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 20:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[estudar]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, é preciso perceber que não se pode começar o estudo da filosofia lendo os textos dos grandes filósofos, tal como não se começa a aprender atletismo competindo na maratona, nem se aprende a pintar olhando para os quadros de Picasso. É preciso ler primeiro outros livros, que nos introduzem a filosofia. Ler para </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/uncategorized/dicas-para-estudar-filosofia-2/">DICAS PARA ESTUDAR FILOSOFIA</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Em primeiro lugar, é preciso perceber que não se pode começar o estudo da filosofia lendo os textos dos grandes filósofos, tal como não se começa a aprender atletismo competindo na maratona, nem se aprende a pintar olhando para os quadros de Picasso. É preciso ler primeiro outros livros, que nos introduzem a filosofia.</span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Ler para entender</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Tenha em mente que ao ler filosofia, a atitude ideal é a de tentar entender um pensamento. É muito diferente de ler um jornal. A postura de leitura deve ser totalmente diferente, mais concentrada.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
Debate</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Filosofia é um tipo de escrita persuasiva. Em geral ao ler um texto filosófico, estamos em contato com a opinião do autor, que está tentando nos convencer de que a opinião dele é plausível.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
Não dá para ter pressa</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">A melhor forma de entender filosofia é com doses homeopáticas. Não podemos pensar em quantidade, mas sim em profundidade. Ler uma página de um romance pode demorar um minuto. Uma folha de um livro de filosofia deve ser lida com mais calma.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
Opinião do autor</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Antes de começar a ler, escreva num papel os principais pontos de vista do autor. Preste atenção na estrutura do texto também. Leia primeiro o índice do livro.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
Anotações</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Após a pré-leitura, é hora de começar a ler. Faça anotações das partes essenciais: onde a tese principal é explicada, onde os conceitos-chaves são apresentados, onde argumentos-chaves e as razões são fornecidos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
Análise crítica</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Para muitos, filosofia é sinónimo de pensamento crítico. Comece a pensar em comentários críticos e construtivos para o texto. Se o leitor ainda não possui opinião formada sobre o que leu, é necessário voltar a ler. Geralmente só se compreende um texto quando se consegue opinar sobre ele.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
Pense antes de opinar</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Criticismo filosófico não se conquista rapidamente. A filosofia é reflexiva. É ótimo pensar em críticas para o que leste. Mas o leitor deve refletir primeiro. O que pode parecer perfeitamente lógico de início pode parecer contraditório na segunda e terceira vez. </span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
Empatia filosófica e autocrítica</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Se uma obra filosófica está tentando convencer o leitor de algo, é necessário fazer o contrário com o autor. Depois de ter encontrado um argumento ótimo, o ideal é tentar rebatê-lo.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><br />
Leitura contínua</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Ao começar a entender e a interpretar o que o autor disse, o ideal é ler novamente o texto, afinar os pensamentos e garantir que o pensamento do autor foi interpretado corretamente.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><strong><br />
Conversar e debater ideias</strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Uma das melhores maneiras de aprofundar os pensamentos é discuti-lo com outras pessoas. Mas é preciso ter certeza de que a pessoa com que se vai debater é alguém que realmente entenda de filosofia.<br />
</span></span></p>
<div></div>
<div></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18px;">SE VOCÊ GOSTOU DESTE TEXTO CONHEÇA TAMBÉM NOSSO </span><a style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18px;" href="http://www.philosofi.co">PODCAST</a></div>
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		<title>Estatuto do Homem</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 03:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[estatuto do homem]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[thiago de melo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Artigo 1 Fica decretado que agora vale a verdade, agora vale a vida e de mãos dadas marcharemos todos pela vida verdadeira; Artigo 2 Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, tem direito a converter-se em manhãs de domingo; Artigo 3 Fica decretado que a partir deste instante, haverá </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/estatuto-do-homem/">Estatuto do Homem</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 1</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica decretado que agora vale a verdade, agora vale a vida e de mãos dadas marcharemos todos pela vida verdadeira;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 2</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, tem direito a converter-se em manhãs de domingo;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 3</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica decretado que a partir deste instante, haverá girassóis</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"> em todas as janelas, que os girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra e que as janelas devem permanecer o dia inteiro abertas para o verde onde cresce a esperança;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 4</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem, que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu; parágrafo único, o homem confiará no homem como um menino confia em outro menino;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 5</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica decretado que os homens estão livres do julgo da mentira, nunca mais será preciso usar a couraça do silêncio nem armadura de palavras, o homem se sentará a mesa com seu olhar limpo porque a verdade passará a ser servida antes da sobremesa;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 6</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica estabelecida durante dez séculos a pratica sonhada por Isaías que o lobo e o cordeiro pastarão juntos e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 7</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Decreta e revogada, fica estabelecido o reinado permanente da justiça e da claridade, e a alegria será uma bandeira generosa para sempre defraudada da alma do povo;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 8</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica decretado que a maior dor sempre foi e será sempre não poder dar-se amor a quem se ama e saber que é a água que dá a planta o milagre da flor;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 9</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica permitido que o pão de cada dia que é do homem o sinal de seu suor, mas que sobretudo tenha sempre o quente sabor da ternura;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 10</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica permitido a qualquer pessoa, qualquer hora da vida o urro do trai branco;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 11</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica decretado por definição que o homem é o animal que ama, e que por isso é belo, muito mais belo que a estrela da manhã;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 12</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com imensa begônia na lapela;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">parágrafo único, só uma coisa fica proibida, amar sem amor;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Artigo 13</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica decretado que o dinheiro não poderá nunca mais comprar um sol das manhãs de todas, expulso do grande baú do medo, o dinheiro se transformará em uma espada fraternal para defender o direito de tentar e a festa do dia que chegou;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;"><strong>Artigo Final</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Fica proibido o uso da palavra liberdade, a qual será suprimida dos dicionários e do pântano enganoso da dor, a partir deste instante, a liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio, e a sua morada será sempre o coração do homem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">THIAGO DE MELO</span></p>
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		<title>Explorando o Universo do Hobbit</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2013 17:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Explorando o Universo do Hobbit – Mensagens secretas, curiosidades e a filosofia na história da Terra Média, escrito por Corey Olsen, especialista na Literatura de Tolkien. Olsen criou e dirige o Instituto Mythsgard, que é especializado em estudar toda a obra do autor, lendas Arthurianas e literatura fantástica. A obra acompanha capítulo a capítulo o livro original, revelando </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/biblioteca/explorando-o-universo-do-hobbit/">Explorando o Universo do Hobbit</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px; font-family: verdana, geneva;"><strong>Explorando o Universo do Hobbit – Mensagens secretas, curiosidades e a filosofia na história da Terra Média</strong>, escrito por <strong>Corey Olsen</strong>, especialista na <strong>Literatura de Tolkien</strong>. Olsen criou e dirige o <strong>Instituto Mythsgard</strong>, que é especializado em estudar toda a obra do autor, lendas Arthurianas e literatura fantástica. A obra acompanha capítulo a capítulo o livro original, revelando detalhes da criação das características dos personagens e a forma como O Hobbit explica o nosso próprio mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><span style="font-size: 16px;"><a href="http://bookeando.com/site/tag/explorando-o-universo-do-hobbit/">Fonte: Bookeondo</a><br />
</span></strong></span></p>
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		<title>TORRADAS QUEIMADAS!</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 03:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[auto-ajuda filosofia reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro. Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/torradas-queimadas/">TORRADAS QUEIMADAS!</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:</span><br />
<span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">&#8221; &#8211; Amor, eu adoro torrada queimada&#8230;&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:</span><br />
<span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">&#8220;- Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada&#8230; Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro!&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">O que tenho aprendido através dos anos é que, saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">Essa é a minha oração para você, hoje. Que possa aprender a levar o bem ou o mal colocando-as aos pés do Espírito Santo. Porque afinal, ele é o único que poderá lhe dar uma relação na qual uma torrada queimada não seja um evento destruidor.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio. Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse. Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva;">(autor desconhecido)</span></p>
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		<title>Papo Filosófico #004 &#8211; Liberdade de Expressão</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-004-liberdade-de-expressao/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 00:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosófica]]></category>
		<category><![CDATA[Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Podacst]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Trilha sonora Choros Altamiro Carrilho e Almir Sater Saudações buscadores do conhecimento !!! Neste episódio Márcio Etiane (@aviafilosofica) Rafael Coppeti (rsesporte.com), Leandro Pinheiro (@vlogconflito) e Flavio Viana (www.coffeecast.com.br) conversam e refletem sobre a Liberdade de Expressão, seus conceitos, limites éticos, o que pode, o que não pode ou não deve ser dito e muito mais&#8230; Citados </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-004-liberdade-de-expressao/">Papo Filosófico #004 &#8211; Liberdade de Expressão</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Trilha sonora</strong></span><br />
Choros<br />
Altamiro Carrilho e Almir Sater</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Saudações buscadores do conhecimento !!!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Neste episódio Márcio Etiane <a href="http://www.twitter.com/aviafilosofica">(@aviafilosofica)</a> Rafael Coppeti <span style="font-size: 16px;">(<a href="http://www.rsesporte.com"><span style="font-size: 16px;">rsesporte.com</span></a>)</span>, Leandro Pinheiro <span style="font-size: 16px;">(<a href="http://www.twitter.com/vlogconflito"><span style="font-size: 16px;">@vlogconflito</span></a>)</span> e Flavio Viana <span style="font-size: 16px;">(<a href="http://www.coffeecast.com.br"><span style="font-size: 16px;">www.coffeecast.com.br</span></a>)</span> conversam e refletem sobre a Liberdade de Expressão, seus conceitos, limites éticos, o que pode, o que não pode ou não deve ser dito e muito mais&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Citados neste episódio: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; color: #ff0000;"><a href="http://www.telhacast.com"><span style="color: #ff0000;">www.telhacast.com</span></a></span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ff0000;"><a href="http://www.wergeeks.net"><span style="color: #ff0000;">www.wergeeks.net</span></a></span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ff0000;"><a href="http://www.geektalk.com.br"><span style="color: #ff0000;">www.geektalk.com.br</span></a></span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ff0000;"><a href="http://www.coffeecast.com.br"><span style="color: #ff0000;">www.coffeecast.com.br</span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Dano moral &#8220;é qualquer sofrimento humano que não é causado por uma perda pecuniária, e abrange todo atentado à reputação da vítima, à sua autoridade legitima, ao seu pudor, à sua segurança e tranqüilidade, ao seu amor próprio estético, à integridade de sua inteligência, a suas afeições, etc&#8221;. (Traité de La Responsabilité Civile, vol.II, nº 525, in <span style="text-decoration: underline;"><strong>Caio Mario da Silva Pereira</strong></span>, Responsabilidade Civil, Editora Forense, RJ, 1989).</span></p>
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	<itunes:subtitle>Trilha sonora Choros Altamiro Carrilho e Almir Sater Saudações buscadores do conhecimento !!! Neste episódio Márcio Etiane (@aviafilosofica) Rafael Coppeti (rsesporte.com), Leandro Pinheiro (@vlogconflito) e Flavio Viana (www.coffeecast.com.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Trilha sonora
Choros
Altamiro Carrilho e Almir Sater
Saudações buscadores do conhecimento !!!
Neste episódio Márcio Etiane (@aviafilosofica) Rafael Coppeti (rsesporte.com), Leandro Pinheiro (@vlogconflito) e Flavio Viana (www.coffeecast.com.br) conversam e refletem sobre a Liberdade de Expressão, seus conceitos, limites éticos, o que pode, o que não pode ou não deve ser dito e muito mais...
Citados neste episódio: 
www.telhacast.com
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www.coffeecast.com.br
Dano moral &quot;é qualquer sofrimento humano que não é causado por uma perda pecuniária, e abrange todo atentado à reputação da vítima, à sua autoridade legitima, ao seu pudor, à sua segurança e tranqüilidade, ao seu amor próprio estético, à integridade de sua inteligência, a suas afeições, etc&quot;. (Traité de La Responsabilité Civile, vol.II, nº 525, in Caio Mario da Silva Pereira, Responsabilidade Civil, Editora Forense, RJ, 1989).
 

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		<itunes:author>A Via Filosófica</itunes:author>
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		<title>É NÓIS ???</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jan 2013 03:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[futebol torcedor torcer reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O esporte em geral e o Futebol, em especial, deveriam servir como meios de lazer, atividades para manutenção da saúde e bem estar. Mas essa maldita transferência de um povo que acredita que o MEU time venceu, que NÓS somos campeões, quando os clubes de futebol, de CLUBES guardam apenas o nome. Por mais que </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/e-nois/">É NÓIS ???</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">O esporte em geral e o Futebol, em especial, deveriam servir como meios de lazer, atividades para manutenção da saúde e bem estar. Mas essa maldita transferência de um povo que acredita que o MEU time venceu, que NÓS somos campeões, quando os clubes de futebol, de CLUBES guardam apenas o nome. Por mais que seja difícil aceitar, a verdade é que clubes de futebol nada mais são do que empresas e no máximo empresas de entretenimento que usam e manipulam as massas &#8211; ou seja NÓS &#8211; com o unico objetivo de obter lucro, sem prestar qualquer tipo de serviço.</span><br />
<span style="font-size: 16px;">E se aceitarmos que essas empresas são no máximo empresas de entretenimento, em casos de derrotas deveria ser possível, no mínimo, exigir-se o dinheiro do ingresso de volta. Afinal, o contrato de prestação de serviço não foi cumprido pela parte contratada.</span><br />
<span style="font-size: 16px;">Então em casos como o do Grêmio de Football Porto Alegrense que está construindo um novo estádio, que por sua vez, salvo prova em contrário, nem é patrimônio da empresa, mas supondo que fosse, tal patrimônio nada mais seria do que a sede de uma empresa.</span><br />
<span style="font-size: 16px;">Daí fica a pergunta, quais ou quantas são as empresas que ao contrariem uma nova sede lhe despertam o sentimento de felicidade e o desejo de comemorar tal aquisição patrimonial como se tal patrimônio fosse SEU ?</span></p>
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		<title>O Tempo</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/o-tempo/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Jan 2013 16:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> MUSICA: THROUGH THE ARBOR ARTISTA: KEVIN KERN A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa Quando de vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é natal… Quando se vê, já terminou o ano… Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. Quando se vê passaram 50 anos! Agora é </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/o-tempo/">O Tempo</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12px;"> MUSICA: <a href="https://itunes.apple.com/us/album/in-the-enchanted-garden/id62112275">THROUGH THE ARBOR</a><br />
ARTISTA: KEVIN KERN</span></p>
<p><a href="http://www.aviafilosofica.com/uncategorized/o-tempo/attachment/mario-quintana/" rel="attachment wp-att-840"><img class="size-full wp-image-840 alignright" alt="mario-quintana" src="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2013/01/mario-quintana.jpg" width="200" height="288" /></a><span style="font-size: 16px;">A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Quando de vê, já é sexta-feira!</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Quando se vê, já é natal…</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Quando se vê, já terminou o ano…</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Quando se vê passaram 50 anos!</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Agora é tarde demais para ser reprovado…</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.</span><br />
<span style="font-size: 16px;"> A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará</span>.</p>
<p><span style="font-size: 16px;">Obs: o áduio foi publicado originalmente no <span style="font-size: 16px;"><a href="http://www.telhacast.com"><span style="font-size: 16px;">TELHACAST.COM</span></a></span></span><br />
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		<itunes:subtitle> MUSICA: THROUGH THE ARBOR ARTISTA: KEVIN KERN - A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa  Quando de vê, já é sexta-feira!  Quando se vê, já é natal…  Quando se vê, já terminou o ano…  Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. </itunes:subtitle>
		<itunes:summary> MUSICA: THROUGH THE ARBOR
ARTISTA: KEVIN KERN

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa
 Quando de vê, já é sexta-feira!
 Quando se vê, já é natal…
 Quando se vê, já terminou o ano…
 Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
 Quando se vê passaram 50 anos!
 Agora é tarde demais para ser reprovado…
 Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
 Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
 Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
 E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
 Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
 A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Obs: o áduio foi publicado originalmente no TELHACAST.COM
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		<itunes:author>A Via Filosófica</itunes:author>
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		<title>O Nó do Afeto</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/o-no-do-afeto/</link>
		<comments>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/o-no-do-afeto/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Jan 2013 21:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em uma reunião de Pais, numa Escola da Periferia, a Diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-Ihes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível. Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/o-no-do-afeto/">O Nó do Afeto</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="left"><img class="alignleft size-medium wp-image-746" alt="2012-12-31 00.42.02-1" src="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2013/01/2012-12-31-00.42.02-1-225x300.jpg" width="225" height="300" /><span style="font-size: 16px;">Em uma reunião de Pais, numa Escola da Periferia, a Diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-Ihes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.</span></p>
<p><span style="font-size: 16px;">Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou a explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho a que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazerem presentes, de se comunicarem com o filho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente. E o mais Importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo a um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é importante que eles saibam, que eles sintam isso. Para que haja a comunicação, é preciso que os filhos &#8220;ouçam&#8221; a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo do escuro. A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.</span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><br />
</span></p>
<h2><span style="font-size: 20px;"><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">E você&#8230; já deu algum nó no lençol de seu filho, hoje?</span></strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Obs: Desconheço a autoria deste texto. Ele foi transcrito de um folheto distribuído pela escola do SESI-AM no ano de 2010 </strong></p>
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		<item>
		<title>Papo Filosófico #003 &#8211; Vamos de Bike (1a Parte)</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-episodio-003-vamos-de-bike-1a-parte/</link>
		<comments>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-episodio-003-vamos-de-bike-1a-parte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 06:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[pedal pedalar bike carro transito caos solução]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Saudações buscadores do conhecimento !!! Neste episódio Márcio Etiane (@metiane)  Ricardo Alemão (pedalamanaus.org) e Guga Machado (@euvoudebike) conversam sobre iMobilidade Urbana e o papel das Bicicletas na tentativa de aliviar o caos do trânsito nas grandes cidades.   VIDEOS - SporTV &#8211; Entrevista - Pé no pedal - Nós Somos Trânsito - Pateta &#8211; Sr. Volante &#160; LINKS Eu Vou </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-episodio-003-vamos-de-bike-1a-parte/">Papo Filosófico #003 &#8211; Vamos de Bike (1a Parte)</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 18px;">Saudações buscadores do conhecimento !!!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 18px;">Neste episódio <span style="color: #ff0000;">Márcio Etiane</span> (@metiane) <span style="color: #ff0000;"> <a href="http://www.pedalamanaus.org"><span style="color: #ff0000;">Ricardo Alemão</span></a> </span>(pedalamanaus.org) e <span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.euvoudebike.com"><span style="color: #ff0000;">Guga Machado</span></a></span> (@euvoudebike) conversam sobre iMobilidade Urbana e o papel das Bicicletas na tentativa de aliviar o caos do trânsito nas grandes cidades.</span></p>
<address> </address>
<address><strong><em><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 18px;">VIDEOS</span></em></strong></address>
<address><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=y_i5jwXRAbE"><span style="color: #000000;">- SporTV &#8211; Entrevista<br />
</span></a><a href="http://www.youtube.com/watch?v=y_i5jwXRAbE"><span style="color: #000000;">-</span></a> <a style="font-size: 18px;" href="http://vimeo.com/53782269"><span style="color: #000000;">Pé no pedal</span></a></span></address>
<address><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;"><a style="font-size: 18px;" href="http://vimeo.com/53782269"><span style="color: #000000;">-</span></a> <a style="font-size: 16px;" href="http://www.youtube.com/watch?v=OEHCtCNbgkk&amp;list=PL25AB2C03447AB235&amp;feature=plcp&amp;context=C35eea24PDOEgsToPDskJUCA-jU3BYt6azEYRaz1p7"><span style="color: #000000;">Nós Somos Trânsito</span></a></span></address>
<address><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;"><a style="font-size: 16px;" href="http://www.youtube.com/watch?v=OEHCtCNbgkk&amp;list=PL25AB2C03447AB235&amp;feature=plcp&amp;context=C35eea24PDOEgsToPDskJUCA-jU3BYt6azEYRaz1p7"><span style="color: #000000;">-</span></a> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=y_i5jwXRAbE"><span style="color: #000000;">Pateta &#8211; Sr. Volante</span></a></span></address>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;"><strong><em><span style="font-size: 18px;">LINKS</span></em></strong><a style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;" href="http://www.euvoudebike.com"><br />
</a></span></span><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px;"><a style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;" href="http://www.euvoudebike.com"><span style="color: #000000;">Eu Vou de Bike</span></a></span></span><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;"><a style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;" href="http://www.euvoudebike.com"><span style="color: #000000;"><br />
</span></a><a style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;" href="http://www.pedalamanaus.org"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;">Pedala Manaus<br />
</span></a><a style="font-size: 16px;" href="http://www.bikeanjo.com.br"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;">Bike Anjo<br />
</span></a><a style="font-size: 16px;" href="http://massacriticapoa.wordpress.com"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;">Massa Crítica &#8211; Porto Alegre</span></a></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 22px; color: #000000;"><a href="http://www.euvoudebike.com/2012/12/pesquisa-comprova-que-carro-faz-mal-para-a-saude/"><span style="color: #000000;">Pesquisa comprova que carro faz mal à saúde</span></a></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 14px; color: #000000;"><a href="http://www.euvoudebike.com/2012/12/pesquisa-comprova-que-carro-faz-mal-para-a-saude/"><span style="color: #000000;"><br />
</span></a> <strong style="font-size: 16px;">Trilha Musical por</strong> <a style="font-size: 16px;" href="http://www.jamendo.com/en/artist/1435/jt-bruce"><span style="color: #000000;">JT Bruce</span></a> <strong style="font-size: 16px;">- Via <a href="http://www.jamendo.com"><span style="color: #000000;">Jamendo</span></a></strong></span></p>
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		<itunes:summary>Saudações buscadores do conhecimento !!!
Neste episódio Márcio Etiane (@metiane)  Ricardo Alemão (pedalamanaus.org) e Guga Machado (@euvoudebike) conversam sobre iMobilidade Urbana e o papel das Bicicletas na tentativa de aliviar o caos do trânsito nas grandes cidades.

 VIDEOS- SporTV - Entrevista
- Pé no pedal- Nós Somos Trânsito- Pateta - Sr. Volante 

LINKS
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Pedala Manaus
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Pesquisa comprova que carro faz mal à saúde


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		<title>A Arte de Filosofar</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 02:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia filosofar reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Filosofar é duvidar.&#8221; (Michel de Montaigne) A Filosofia se debruça sobre a necessidade humana de compreender melhor a vida, meditar a própria vida para melhor poder viver. A atitude filosófica nos mergulha num mundo espetacular, terrível e fantástico ao mesmo tempo: a busca da sabedoria e da verdade. O pensar filosófico emerge naturalmente das circunstâncias </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/a-arte-de-filosofar/">A Arte de Filosofar</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-size: 22px; color: #ff0000;"><a href="http://www.aprendendoafilosofar.blogspot.com.br/2012/02/filosofar-e-duvidar-michel-de-montaigne.html"><span style="color: #ff0000;">&#8220;Filosofar é duvidar.&#8221; (Michel de Montaigne)</span></a></span></h3>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">A Filosofia se debruça sobre a necessidade humana de compreender melhor a vida, meditar a própria vida para melhor poder viver. A atitude filosófica nos mergulha num mundo espetacular, terrível e fantástico ao mesmo tempo: a busca da sabedoria e da verdade. O pensar filosófico emerge naturalmente das circunstâncias humanas. Podemos afirmar que existe pensar filosófico desde que existe a humanidade: o Homem pela sua natural predisposição para o saber, sempre se questionou acerca de si próprio, dos outros e de tudo aquilo que o rodeia e cuja solução, ou resposta se apercebe que não se pode encontrar na experimentação, que dizer, tocando, cheirando ou simplesmente observando-as. Essa área maravilhosa é um modo de pensar, é uma postura diante do mundo. A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. Ela é, antes de qualquer coisa, uma prática de vida que procura pensar os acontecimentos além de sua pura aparência.</span><br />
<span style="font-size: 18px;"> Mas pensar sobre um problema filosófico não é propor uma resposta e dizer que ela é a única que pode ser verdadeira, devendo-se antes ACEITAR A CRÍTICA e outra possível justificação ao mesmo problema com vista ao seu melhoramento.</span><br />
<span style="font-size: 18px;"> A Filosofia tem, de início, um caráter negativo, na medida em que começa colocando em questão tudo o que sabemos (ou que pensávamos saber). Por outro lado, tem também um caráter positivo que se revela na possibilidade de transformar os valores e as idéias predominantes que, a partir do momento em que são questionados, podem ser modificados. O lado positivo da postura crítica da Filosofia consiste na possibilidade de construir novos valores e idéias. Mas não resta dúvida de que essas novas formas de pensar, num segundo momento, serão também colocadas em dúvida e questionadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Compreendida como pensamento crítico, a Filosofia é uma atividade constante, um caminho a ser percorrido, constituído, sobretudo por perguntas que são mais essenciais do que as suas possíveis respostas. Por sua própria natureza, a filosofia transforma cada resposta em uma nova pergunta, na medida em que o seu papel é questionar e investigar tudo o que é pressuposto ou simplesmente dado.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.aprendendoafilosofar.blogspot.com.br</p>
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		<title>É o fim da Filosofia ?</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 00:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para aqueles que adoram “assassinar” ciências, correntes de pensamento, idiomas, idéias, e tantas outras coisas, eu tenho uma má notícia. E olha que não sou do tipo que gosta de sair por aí feito um daqueles arautos medievalescos, distribuindo alvíssaras ou lamúrias pelos quatro cantos. É que esse modelo de informação eu tenho prazer em </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/e-o-fim-da-filosofia/">É o fim da Filosofia ?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Para aqueles que adoram “assassinar” ciências, correntes de pensamento, idiomas, idéias, e tantas outras coisas, eu tenho uma má notícia. E olha que não sou do tipo que gosta de sair por aí feito um daqueles arautos medievalescos, distribuindo alvíssaras ou lamúrias pelos quatro cantos. É que esse modelo de informação eu tenho prazer em divulgar, transmitir, pois me causa um embaraço dos bons.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Ei-la: A Filosofia, assim como a Poesia e o Latim, não morreu. Pelo contrário, a ciência da reflexão está vivíssima e demasiado atualizada. Eu já suspeitava disso e, confesso, nunca dei ouvidos às vozes daqueles que preconizavam e preconizam o fim dessas “entidades”. Acredito que são maiores que nossas imaginações ou construções interpretativas. Calma, não estou me referindo ao boom mercadológico de obras como “Quando Nietzsche Chorou” ou “A cura de Schopenhauer”, do escritor e psiquiatra norte-americano Irvin D. Yalom, só para tomar como exemplos. É com base nas palavras do professor de Filosofia da Unicamp, Osvaldo Giacoia Junior, em especial, que pronuncio essa afirmação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Em entrevista à revista “Filosofia – Ciência &amp; Vida”, o professor enfatiza o vigente uso e a atual interferência do pensamento filosófico nas diversas áreas da sociedade mundial. Além de afirmar a vivacidade da ciência do saber, corrobora que o retorno à filosofia é extremamente positivo. Para o acadêmico, “a matéria nunca deixou de lado a problemática humana; pelo contrário, nasceu dela.” Talvez seja por esse motivo que a ciência de Sócrates e companhia jamais perderá seu valor, por simplesmente tratar-se da humanidade ou daquilo que nos remete a ela.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Giacoia diz que as aparições da filosofia em debates nos variados meios de comunicação ajudaram no retorno triunfante da disciplina, porém defende que a filosofia não pode se tornar mercadoria, não pode ser vulgarizada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Giacoia cita, como exemplo da atualidade da matéria, as recentes discussões sobre as crises ética e moral da política brasileira, o caos da racionalidade científica e a problemática da significação do termo “sujeito”, colocando a teoria nietzscheana e o Idealismo Kantiano como os alicerces fundamentais para as possíveis sugestões e explicações acerca dessas questões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva; font-size: 16px;">Eu diria que a Filosofia despertou, pois esteve num estágio de sono, digamos, preocupante. Feliz do homem, que ganha em conhecimento, que se encontra diante de mais uma porta em direção ao saber, que tem na atuação filosófica o perfeito distanciamento do que é realmente importante e do que é apenas superficialidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva;"><em>Por Germano Xavier</em></span></strong></span></p>
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		<title>Papo Filosófico #002 &#8211; ZeitGeist O Filme</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-episodio-002-zeitgeist-o-filme/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 15:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>avia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>
		<category><![CDATA[zeitgeist filosofia reflexão análise podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Saudações Buscadores do Conhecimento. Está no AR o Episódio #02 do Papo Filosófico. Neste episódio conversamos sobre ZeitGeist &#8211; O Filme, documentário polêmico produzido por Peter Joseph. Assista no YouTube Nova produção de Peter Joseph Culture In Decline Ouça também Os Cinéfilos &#8211; ZeitGeist Taverna Filosófica &#8211; ZeitGeist Siga @aviafilosofica no Twitter. &#160; Assine nosso Feed: http://feeds.feedburner.com/papofilosofico &#160; </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-episodio-002-zeitgeist-o-filme/">Papo Filosófico #002 &#8211; ZeitGeist O Filme</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 18px;">Saudações Buscadores do Conhecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Está no AR o Episódio #02 do Papo Filosófico.</span><br />
<span style="font-size: 18px;"> Neste episódio conversamos sobre ZeitGeist &#8211; O Filme, documentário polêmico produzido por Peter Joseph.</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NuVwAZAyPfw">Assista no YouTube</a></span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Nova produção de Peter Joseph</span><br />
<span style="font-size: 18px;"> <a href="http://www.cultureindecline.com">Culture In Decline</a></span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Ouça também</span><br />
<span style="font-size: 18px;"> <a href="http://oscinefilos.com.br/cinecast/cult/zeitgeist/">Os Cinéfilos &#8211; ZeitGeist</a></span><br />
<span style="font-size: 18px;"> <a href="http://tavernafilosofica.wordpress.com/2011/10/11/cast-008-zeitgeist/">Taverna Filosófica &#8211; ZeitGeist</p>
<p></a></span></p>
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<p><span style="font-size: 16px; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://tavernafilosofica.wordpress.com/2011/10/11/cast-008-zeitgeist/"> </a></span></p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/papo-filosofico-episodio-002-zeitgeist-o-filme/">Papo Filosófico #002 &#8211; ZeitGeist O Filme</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:subtitle>Saudações Buscadores do Conhecimento. Está no AR o Episódio #02 do Papo Filosófico.  Neste episódio conversamos sobre ZeitGeist - O Filme, documentário polêmico produzido por Peter Joseph. Assista no YouTube - Nova produção de Peter Joseph </itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Saudações Buscadores do Conhecimento.
Está no AR o Episódio #02 do Papo Filosófico.
 Neste episódio conversamos sobre ZeitGeist - O Filme, documentário polêmico produzido por Peter Joseph.
Assista no YouTube

Nova produção de Peter Joseph
 Culture In Decline

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		<title>Teria o Universo um propósito ?</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/teria-o-universo-um-proposito/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 22:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160; Em um interessante video no YouTube, Neil de Grasse Tyson questiona e simultaneamente afirma que o Universo não tem propósito algum. Os argumento do autor são extremamente inteligentes e convincentes.  Todavia, para responder à esta pergunta ele primeiro deveria definir aquilo que ele entende como sendo &#8220;o universo&#8221;. Pelo vídeo parece estar implícito que o </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/teria-o-universo-um-proposito/">Teria o Universo um propósito ?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Em um interessante video no <a style="font-size: 20px; text-align: justify;" href="http://www.youtube.com/watch?v=7pL5vzIMAhs">YouTube</a><span style="text-align: justify;">, Neil de Grasse Tyson questiona e simultaneamente afirma que o Universo não tem propósito algum.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Os argumento do autor são extremamente inteligentes e convincentes. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Todavia, para responder à esta pergunta ele primeiro deveria definir aquilo que ele entende como sendo &#8220;o universo&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Pelo vídeo parece estar implícito que o autor entende o universo apenas como um sistema fechado onde elementos químicos se combinam e reagem aleatoriamente dando origem à novas combinações e muitas vezes à novos elementos químicos, alguns deles muitas vezes instáveis e com tempo de &#8220;vida&#8221; infinitamente pequeno. Neste universo proposto pelo autor as dimensões são tanto infinitamente grandes ou infinitamente pequenas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Dito isso não me é possível dar ao autor uma resposta suficientemente coerente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Porém creio que a grande questão,  pelo menos para os seres humanos, não é &#8220;se o universo tem um propósito&#8221; mas sim &#8220;qual o propósito da vida&#8221; ou &#8220;tem a vida (humana pelo menos) um propósito&#8221;?</p>
<p>Gostou des texto? Então conheça nosso PODCAST CLICANDO <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/">AQUI</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/teria-o-universo-um-proposito/">Teria o Universo um propósito ?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual o tamanho de Deus ?</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/576/</link>
		<comments>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/576/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 14:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.aviafilosofica.com/?p=576</guid>
		<description><![CDATA[<p>Um garoto perguntou ao pai: Qual o tamanho de Deus? Então ao olhar para o céu o pai avistou um avião e perguntou ao filho: Que tamanho tem aquele avião? O menino disse: Pequeno, quase não dá para ver. Então o pai o levou a um aeroporto e ao chegar próximo de um avião perguntou: </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/576/">Qual o tamanho de Deus ?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 18px;">Um garoto perguntou ao pai: Qual o tamanho de Deus?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><em id="__mceDel"> Então ao olhar para o céu o pai avistou um avião e perguntou ao filho: Que tamanho tem aquele avião?</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><em id="__mceDel"><br />
O menino disse: Pequeno, quase não dá para ver.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><em id="__mceDel">Então o pai o levou a um aeroporto e ao chegar próximo de um avião perguntou: E agora, qual o tamanho desse?<br />
</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><em id="__mceDel">O menino respondeu: Nossa pai, esse é enorme!<br />
</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><em id="__mceDel">O pai então disse: Assim é Deus, o tamanho vai depender da distância que você estiver dele.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><em id="__mceDel">Quanto mais perto você está dele, maior Ele será na sua vida! </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcello Luterman escreveru, Mauro Goroditch copiou e eu roubei dele&#8230;.</strong></p>
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		<title>Como Estudar Filosofia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 18:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Veio antes da sociologia que da filosofia o mais correto modo de se estudar filosofia: é necessário deixar o autor estudado usar a sua cabeça. A fórmula é de Émile Durkheim. Ele próprio usou tal procedimento. Lemos um grande pensador, especialmente um filósofo, e temos de trazê-lo à vida. Ora, isso ele só pode fazer </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/como-estudar-filosofia/">Como Estudar Filosofia</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Veio antes da sociologia que da filosofia o mais correto modo de se estudar filosofia: é necessário deixar o autor estudado usar a sua cabeça. A fórmula é de Émile Durkheim. Ele próprio usou tal procedimento. Lemos um grande pensador, especialmente um filósofo, e temos de trazê-lo à vida. Ora, isso ele só pode fazer se puder usar do nosso cérebro. Temos de começar a olhar o mundo segundo tal autor. Temos de apreendê-lo em tal grau que ele possa dizer para nós: “obrigado por ter-me trazido à vida novamente, estou confortável em sua mente agora. Quero ficar”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Os americanos sempre insistiram nisso: o aprendizado efetivo ocorre se aprendemos a mudar comportamentos, se damos mostras, operacionalmente, que mudamos comportamentos. Comportamentos, como os americanos diziam e ainda dizem, não é só comportamentos corporais de deslocamento no espaço, mas comportamentos mentais. Mudar comportamentos mentais como? Ora, deixando alguém que não sou eu pensar dentro da minha cabeça e, assim, manobrar todos meus estados mentais de modo que eu possa, em determinado momento, achar que estou até perdendo a identidade. No limite, o estudo não é a saída de uma “alienação” e, sim, a entrada nela. Estudar é alienar-se de si mesmo. Estudar é se perder. Perder para ganhar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Mas é só isso? Não! É preciso, também, enjoar. Sim! Em um determinado momento é preciso dizer: “esse meu cérebro não está bom mais para olhar o mundo. Preciso experimentar outro pensador dentro do meu cérebro”. Aí, começa-se ler outro grande autor. Depois outro e mais outro. Mas, sempre no mesmo espírito: ler para trazer o pensador morto para a vida, emprestando seu cérebro a ele. Não se faz isso, é claro, sem amor – <em>amor construído</em>. Por isso, é tolo aquele que quer estudar um filósofo e, sem antes deixá-lo invadir seu cérebro, acha que já não se gosta dele. O amor à primeira vista é para a namorada ou namorado (e em alguns casos), não serve em filosofia. Amor à primeira vista, na filosofia, é tão idiota quanto amor à última vista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Quando emprestamos nosso cérebro para uma meia dúzia de grandes pensadores, então, começamos a experimentar, após uns anos, um estranho acontecimento. Nosso cérebro começa a pensar sem o nosso comando, sem qualquer decisão nossa – e por caminhos inesperados! Os pensadores lá dentro começam a, por eles mesmos, darem continuidade às teorias que elaboraram em vida. Mas, como estão misturados, sempre conversando nos botecos das esquinas de sinapses, após anos de convívio dentro de nossos cérebros, eles iniciam então não mais uma continuidade “pura” do que faziam, mas dão continuidade ao que faziam criando mais ou menos um produto misto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Caso você tenha feito tudo isso com calma, certinho, com certo domínio de língua estrangeira, com a participação de outros filósofos na conversação cotidiana de sua formação (seus professores), você vai então começar a ser criativo em filosofia. Caso tenha sido bem alfabetizado, vai sentar na frente do computador e seus dedos vão dar direção para seu cérebro. A narrativa que surgirá pode ser interessante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">O que vai criar não será repetição, mas, com certeza, alguma coisa para intervir no mundo, equacionar e solucionar problemas, pois você estará pensando, então, com o seu próprio “sistema” filosófico. Durkheim experimentou essa vitória.  Você pode fazer o mesmo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Tudo isso exige um grau de bom senso muito grande. É necessário deixar-se invadir. Sem medo. Sem reservas. Depois, é necessário se deixar invadir por outro. É duro ser ganho por um pensador estando pensando tão confortavelmente com o primeiro. Mas, quem não tem a capacidade de enjoar, nunca fará filosofia. Será um pregador no púlpito de partidos, igrejas e fóruns (mundiais) disso e daquilo. Mas, filósofo, jamais. Filósofo é aquele que se deixou invadir por vários outros filósofos. Aquele que viveu com muitos dentro de si e se apaixonou narcisisticamente de modo estranho. O correto é poder chegar diante do espelho e dizer: “eu amo Marx e também amo Hume e também amo Epicuro! Nossa! Eu me amo, pois todos eles estão vivos usando meu cérebro”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Essa convivência dos filósofos usando um cérebro alheio, ao longo dos anos, dá origem a um novo cérebro, ou melhor, uma nova mente. Uma nova mente implica em novo espírito. Eis que a identidade que você perdeu, reaparece. Mas só no RG ela é a mesma. Agora sim, você tem a sua identidade. Você está começando a ter cabelos brancos. Ah, mas como é bom envelhecer quando não se apostou em ser burro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12px; font-family: 'book antiqua', palatino;"><strong>Por:</strong> <strong>Paulo Ghiraldelli Jr, filósofo, escritor e professor da UFRRJ - © 2011<br />
</strong><strong style="font-size: 12px;">Fonte: http://ghiraldelli.pro.br/2011/02/08/como-estudar-filosofia/</strong></span></p>
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		<title>Esperar</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/476/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 17:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/476/">Esperar</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2012/09/espera.jpg"><img class="alignnone  wp-image-477" title="espera" src="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2012/09/espera.jpg" alt="" width="576" height="324" /></a></p>
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		<title>Entendendo a Filosofia: um guia gráfico para amantes dos quadrinhos !</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 05:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Entendendo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia. Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A filosofia, ou seja, o amor à sabedoria busca tanto construir concepções abrangentes de mundo, como estimular o pensamento lógico e crítico por meio da argumentação lógica e da análise conceitual. Nasceu para atender às questões mais incômodas e provocativas sobre a nossa existência, tais como: O que é a verdade? O que são os </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/biblioteca/entendendo-a-filosofia-um-guia-grafico-para-amantes-dos-quadrinhos/">Entendendo a Filosofia: um guia gráfico para amantes dos quadrinhos !</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">A filosofia, ou seja, o amor à sabedoria busca tanto construir concepções abrangentes de mundo, como estimular o pensamento lógico e crítico por meio da argumentação lógica e da análise conceitual.<br />
Nasceu para atender às questões mais incômodas e provocativas sobre a nossa existência, tais como:<br />
O que é a verdade?<br />
O que são os homens?<br />
Podemos provar que Deus existe?<br />
Somos realmente livres para escolher quem somos e o que fazemos?</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Entre outras. Entendendo Filosofia foi pensado para servir como uma concisa introdução sobre os filósofos e as suas propostas para a compreensão do mundo. De Heráclito até Derrida, passando por Platão, Aristóteles, Hume, Russell e Wittgenstein, expõe as ideias e conceitos desses grandes pensadores a respeito da existência, do conhecimento, da verdade, dos valores morais e estéticos e da linguagem e ainda revela como os filósofos investigaram e analisaram os problemas filosóficos, em suas principais ramificações, como a epistemologia, a metafísica, a ética, a estética e a filosofia política. </span></p>
<p><strong style="font-size: 18px;">Enfim, um guia gráfico completo a respeito do pensamento dos filósofos mais importantes do mundo ocidental.</strong></p>
<ul id="detalhe">
<li style="text-align: justify;"><strong>Autores: <a href="http://geral.leya.com.br/autores/detalhes.php?id=102300">Dave Robinson e Judy Groves </a></strong><br />
<strong></strong></li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Páginas:</strong> 176</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>ISBN:</strong> 9788581780184</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>1.ª edição:</strong> 2011-06-01</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Editora Leya</strong></li>
</ul>
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		<title>Episódio Piloto</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/podcast-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2012 09:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Filosófico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Já está no ar o Episódio Piloto do Papo Filosófico, o PodCast da Via Filosófica. Neste episódio nós dissemos à que viemos !!!</p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/podcast-2/">Episódio Piloto</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Já está no ar o Episódio Piloto do Papo Filosófico, o PodCast da Via Filosófica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Neste episódio nós dissemos à que viemos !!!</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 18px;"><br />
</span></p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/papofilosofico/podcast-2/">Episódio Piloto</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>Já está no ar o Episódio Piloto do Papo Filosófico, o PodCast da Via Filosófica. Neste episódio nós dissemos à que viemos !!!</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Já está no ar o Episódio Piloto do Papo Filosófico, o PodCast da Via Filosófica.
Neste episódio nós dissemos à que viemos !!!</itunes:summary>
		<itunes:author>A Via Filosófica</itunes:author>
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		<title>Religião para Ateus</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/biblioteca/religiao-para-ateus/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 19:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Navegando pela internet acabei me deparando com esse  interessante livro. O  título  por  si  só já  é bem instigante. Texto da contra capa: Religião para ateus, a obra mais recente do autor, parte da premissa de que, com ou sem fé, é possível encontrar aspectos úteis, interessantes e consoladores nas religiões. E examina as possibilidades </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/biblioteca/religiao-para-ateus/">Religião para Ateus</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"><br />
Navegando pela internet acabei me deparando com esse  interessante livro. O  título  por  si  só já  é bem instigante.</span></p>
<p align="justify"><strong>Texto da contra capa:</strong> Religião para ateus, a obra mais recente do autor, parte da premissa de que, com ou sem fé, é possível encontrar aspectos úteis, interessantes e consoladores nas religiões. E examina as possibilidades de transferir algumas dessas ideias e práticas para a vida secular. Nesse livro provocante e original, Alain de Botton sugere que a sociedade contemporânea tem muito a aprender com as religiões ao tratar de questões como vida em comunidade, moralidade, educação e arte. Ao descartar os dogmas e o sobrenatural, o livro resgata uma sabedoria que pertence a toda a humanidade, inclusive aos mais céticos.</p>
<p align="justify"><strong><em>&#8220;Ideias filosóficas, conselhos provocantes e pensamentos sobre literatura são malabaristicamente lançados para o alto, como se fossem bolas, em todos os livros de Alain de Botton.&#8221;</em></strong> (Cressida Connolly, Sunday Express)</p>
<h1><span style="color: #000000; font-size: 16px;"><a href="http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/religiao-para-ateus.shtml"><span style="color: #000000;">- Trecho de <em>Religião para Ateus</em>.</span></a></span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #000000;"><a href="http://www.paulopes.com.br/2011/10/autor-de-religiao-para-ateus-diz-que.html"><span style="color: #000000;"><strong>- Autor de ‘Religião para Ateus’ critica o radicalismo ateísta</strong></span></a></span><span style="font-size: 16px; color: #ff0000;"><a href="http://www.intrinseca.com.br/site/2011/10/conheca-alain-de-botton-autor-do-lancamento-religiao-para-ateus-que-estara-no-brasil-em-novembro/"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><br />
- Conheça Alain de Botton !</span></span></a></span></h1>
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		</item>
		<item>
		<title>Aprenda a discordar usando a lógica do papel-higiênico</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/aprenda-a-discordar-usando-a-logica-do-papel-higienico-2/</link>
		<comments>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/aprenda-a-discordar-usando-a-logica-do-papel-higienico-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 15:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Qual é a forma certa de se colocar um rolo de papel higiênico no banheiro? POR CIMA! 60% das pessoas têm a certeza absoluta que o certo é o estilo “cachoeira”, com o papel saindo por cima. É mais fácil achar a ponta, dá pra rasgar certinho no picote, não fica raspando a </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/aprenda-a-discordar-usando-a-logica-do-papel-higienico-2/">Aprenda a discordar usando a lógica do papel-higiênico</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 22px;">Qual é a forma certa de se colocar um rolo de papel higiênico no banheiro?</span></p>
<p><img title="papelover" alt="" src="http://www.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/04/papelover.jpg" width="180" height="139" />POR CIMA!</p>
<p style="text-align: justify;">60% das pessoas têm a certeza absoluta que o certo é o estilo “cachoeira”, com o papel saindo por cima. É mais fácil achar a ponta, dá pra rasgar certinho no picote, não fica raspando a mão na parede (menos bactérias!) e hotéis podem sinalizar aos seus hóspedes que o banheiro foi higienizado, com dobras elaboradas ou colando selinhos.</p>
<p>.</p>
<p><img title="papelunder" alt="" src="http://www.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/04/papelunder.jpg" width="180" height="139" />POR BAIXO!</p>
<p>Os outros 40% acham esses 60% uns loucos e estão certos que o melhor é por baixo. O “caimento” é melhor, o papel não fica sobrando, gatos e crianças não conseguem desenrrolar um monte de papel e basta uma puxadinha para rasgar um quadradinho, porque para baixo tem mais tração.</p>
<p><img title="papel3" alt="" src="http://www.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/04/papel3.jpg" width="501" height="167" /></p>
<p>Mas, afinal, quem está certo e quem está errado?</p>
<p>Todo mundo. Não tem certo nem errado.</p>
<p style="text-align: justify;">O papel higiênico é seu, e você usa do jeito que quiser. É uma decisão totalmente pessoal, influenciada apenas por hábitos, com as duas maneiras suportadas por motivos bastante pertinentes.</p>
<p><strong>POR QUE ISSO INTERESSA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa <a href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/en/wiki/Toilet_paper_orientation" target="_blank">questão bizarra do papel-higiênico</a> serve como dinâmica para colocar o foco na nossa habilidade de argumentação e não para se chegar a uma resposta, já que não tem o certo nem o errado.</p>
<p>Por exemplo, o professor de sociologia Edgar Alan Burns, do Eastern Institute of Technology Sociology, usa esse truque no primeiro dia de aula. Ele pergunta aos seus alunos:</p>
<p>“Como vocês acham que o papel higiêncico deve ser colocado?”</p>
<p>E nos 50 minutos seguintes, os alunos naturalmente começam a avaliar os MOTIVOS para suas respostas e acabam chegando sozinhos a questões sociais muito maiores como:</p>
<p>• diferenças de papéis sociais entre homens e mulheres</p>
<p>• diferenças entre comportamentos públicos e privados</p>
<p>• diferenças entre classes sociais</p>
<p>• etc</p>
<p>São relações de construção social que nunca pararam para pensar antes, mas que agora, sem que ninguém os orientasse, conseguiram enxergar.</p>
<p>Sozinhos, começaram a raciocinar e perceberam correlações e fatos. E, principalmente, começaram a argumentar.</p>
<p>No dia-a-dia, quase nunca fazemos isso. Geralmente, tomamos um partido e passamos a defendê-lo de forma passional, enxergando só o que nos interessa.</p>
<p>Somos bons de discutir, mas ruins para argumentar. Piores ainda para mudar de ideia.</p>
<p>Mais para o boxe do que para o tênis.</p>
<p>O que parece ser uma estratégia não muito inteligente para encarar essa nova sociedade em que conversamos com muito mais gente, sobre muito mais coisas, todo santo dia.</p>
<p><strong>APRENDER A DISCORDAR</strong></p>
<p>A aula do papel-higiênico devia ser dada de cara para crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola ensina que existe o certo e o errado, e dá notas baseadas nisso. Mas podia estimular abordagens diferentes, <a href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/en/wiki/Argument" target="_blank">habilidade de argumentação</a>, capacidade de deduzir (algumas já fazem, eu sei, mas a maioria ainda não).<br />
Do mesmo jeito que tem nota para as melhores respostas, deveria ter para as melhores perguntas também.</p>
<p style="text-align: justify;">Senão a gente vai continuar crescendo com essa mania de preferir estar certo do que aprender algo novo, do que parar pra pensar e repensar sempre. Aproveitar a bagagem e o raciocínio do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Já reparou como a maioria dos comentários feitos todos os dias na internet não tem elaboração nenhuma? Ou é genial ou é a coisa mais estúpida que já se viu em toda a a história da humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O programador <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Graham_%28computer_programmer%29" target="_blank">Paul Grahan</a> fez um gráfico bacana, que mostra a “Hierarquia da Discordância”, do mais ao menos elegante, do mais ao menos eficiente.</p>
<p><img title="hierarquia-argumentos" alt="" src="http://www.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/04/hierarquia-argumentos.gif" width="380" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;">O design thinking é isso. A maneira de pensar de um designer não é a do certo ou do errado, porque não existe certo ou errado na hora de projetar um bule de café. Mas existe o melhor, o mais eficiente. É uma maneira de pensar em que se evolui a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sabe um dia a gente consegue argumentar sobre futebol, política e religião. Dizem que não se discute, mas a recomendação só existe porque somos meio trogloditas.</p>
<p style="text-align: justify;">A propósito, o grande designer Don Norman coloca os rolos de papel higiênico na sua casa… assim:</p>
<p><img title="File:Multi-orientable_toilet_paper_holder" alt="" src="http://www.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/04/FileMulti-orientable_toilet_paper_holder.jpeg" width="250" height="187" /></p>
<p><strong>AUTOR:</strong> <a title="Posts by Wagner Brenner" href="http://www.updateordie.com/author/wagner-brenner/" rel="author">Wagner Brenner</a><br />
<strong>Site: <a href="http://www.updateordie.com/2012/04/27/aprenda-a-discordar-usando-papel-higienico/">updateordie.com</a></strong></p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/aprenda-a-discordar-usando-a-logica-do-papel-higienico-2/">Aprenda a discordar usando a lógica do papel-higiênico</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Pensar Saudável.</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/biblioteca/o-pensar-saudavel/</link>
		<comments>http://www.aviafilosofica.com/biblioteca/o-pensar-saudavel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.aviafilosofica.com/?p=183</guid>
		<description><![CDATA[<p>Este é um dos livros, dos quais mais gostei de ler nos últimos tempos. Baseada em reflexões sobre a diversidade de pontos de vista, Maria Cristina Strocchi constrói um texto objetivo, defendendo a prática de um olhar real e, ainda assim, otimista sobre a vida. Nossos pensamentos negativos são como trilhas de pneus que, ao </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/biblioteca/o-pensar-saudavel/">O Pensar Saudável.</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Este é um dos livros, dos quais mais gostei de ler nos últimos tempos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Baseada em reflexões sobre a diversidade de pontos de vista, Maria Cristina Strocchi constrói um texto objetivo, defendendo a prática de um olhar real e, ainda assim, otimista sobre a vida. Nossos pensamentos negativos são como trilhas de pneus que, ao longo dos anos, entrando e saindo, deixamos em nossa própria casa. Esta obra traz exercícios práticos para combater às convicções errôneas que carregamos diariamente e que comprometem a nossa saúde mental e espiritual.</span></p>
<p><strong>Autor: Maria Cristina Strocchi</strong></p>
<p><strong> Editora: Vozes</strong></p>
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		<title>Filosofia em cinco lições</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 03:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em Filosofia em cinco lições (Nova Fronteira, 320 pp.), o filósofo e pesquisador Roger-Pol Droit apresenta um panorama da história da filosofia abarcando seus expoentes e as principais linhas de pensamento desenvolvidas ao longo de 26 séculos. O volume é dividido em cinco partes, organizadas em torno do problema da verdade e mostra como diferentes </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/biblioteca/filosofia-em-cinco-licoes/">Filosofia em cinco lições</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"><br />
Em Filosofi</span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">a em cinco lições (Nova Fronteira, 320 pp.), o filósofo e pesquisador Roger-Pol Droit apresenta um panorama da história da filosofia abarcando seus expoentes e as principais linhas de pensamento desenvolvidas ao longo de 26 séculos. O volume é dividido em cinco partes, organizadas em torno do problema da verdade e mostra como diferentes correntes e pensadores – entre eles Platão, Descartes, Voltaire, Marx e Nietzsche – refletem sobre ele. Droit é colunista do jornal Le Monde e autor de 101 Experiências de Filosofia Cotidiana, entre outros livros.</span></p>
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		<title>Reflexão Filosófica</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 23:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Filosofar é a &#8220;decisão de não aceitar como óbvias e evidentes as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana: jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido&#8221; (Marilena Chauí). A atitude filosófica leva o indivíduo a negar o senso comum, a questionar e refletir sobre os elementos </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/reflexao-filosofica/">Reflexão Filosófica</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-size: 18px;"><span style="color: #000000; font-family: verdana, geneva;">Filosofar é a &#8220;decisão de não aceitar como óbvias e evidentes as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana: jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido&#8221; (Marilena Chauí).</span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><br />
A atitude filosófica leva o indivíduo a negar o senso comum, a questionar e refletir sobre os elementos do cotidiano e da existência humana.</span></span></p>
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		<title>A Lição da Borboleta</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/142/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 00:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um homem, certo dia, viu surgir uma pequena abertura num casulo. Sentou-se perto do local onde o casulo se apoiava e ficou a observar o que iria acontecer, como é que a lagarta conseguiria sair por um orifício tão miúdo. Mas logo lhe pareceu, que ela havia parado de fazer qualquer progresso, como se tivesse </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/142/">A Lição da Borboleta</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"><a href="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2012/04/borboleta.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-423" title="borboleta" src="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2012/04/borboleta.jpg" alt="" width="230" height="219" /></a>Um homem, certo dia, viu surgir uma pequena abertura num casulo. Sentou-se perto do local onde o casulo se apoiava e ficou a observar o que iria acontecer, como é que a lagarta conseguiria sair por um orifício tão miúdo. Mas logo lhe pareceu, que ela havia parado de fazer qualquer progresso, como se tivesse feito todo o esforço possível e agora não conseguisse mais prosseguir. Ele resolveu então ajudá-la: pegou uma tesoura e rompeu o restante do casulo. A borboleta pôde sair com toda a facilidade&#8230; mas seu corpo estava murcho; além disso, era pequena e tinha as asas amassadas.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">O homem continuou a observá-la porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se estendessem para serem capazes de suportar o corpo que iria se firmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade a borboleta passou o restante de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">O que o homem em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura, eram o modo pelo qual, Deus fazia com que o fluido do corpo daquele pequenino inseto circulasse até suas asas para que ela ficasse pronta para voar, assim que se livrasse daquele invólucro.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: medium;">Algumas vezes</span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: medium;"> o esforço é justamente aquilo de que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através da existência sem quaisquer obstáculos, ele nos condenaria a uma vida atrofiada. Não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nunca poderíamos alçar vôo.</span></strong></p>
<p align="JUSTIFY"><em><strong>Fonte: &#8220;Para que minha vida se transforme&#8221;- Maria Salette e Wilma Ruggeri &#8211; Editora Verus</strong></em></p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/142/">A Lição da Borboleta</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Salvem os Filósofos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 13:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O ato de filosofar ou seja “ser amigo do saber” é inato ao ser humano, afinal qual de nós jamais se questiou ou desejou “SABER” alguma coisa acerca de qualquer coisa?. Nem todos chegam a se questionar: “QUEM SOU EU?”, “DE ONDE VENHO?”, “PARA ONDE VOU?”, “QUAL O SENTIDO DA VIDA?”. A Filosofia não pode </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/salvem-os-filoofosos/">Salvem os Filósofos</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div align="center"></div>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">O ato de filosofar ou seja “ser amigo do saber” é inato ao ser humano, afinal qual de nós jamais se questiou ou desejou “SABER” alguma coisa acerca de qualquer coisa?.<br />
Nem todos chegam a se questionar: “QUEM SOU EU?”, “DE ONDE VENHO?”, “PARA ONDE VOU?”, “QUAL O SENTIDO DA VIDA?”.<br />
A Filosofia não pode ser reduzida à um mero conjunto de dogmas enfiados goela a baixo como querem alguns. É antes de mais nada discussão, debate e quetsionamento de idéias que para os mais incautos parecem contraditórias mas em essência são complementares e se harmonizam. É triste ver alguem que defende a “ORDEM LIVRE” atacabdo o livre exercício do pensamento e questionando e do ensido de Filosofia e Sociologia no ensino médio.<br />
Mais do que uma ciência, a Filosofia é uma forma de pensar, uma via que inicia com a busca pelo conhecimento e levao buscador à Sabedoria.<br />
<strong>&#8220;SOMENTE DE IGNORÂNCIA DEVE O HOMEM SER SALVO&#8221;</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Natureza ensina &#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 23:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Incontáveis foram as ocasiões em que me senti perdido diante dos desafios e tibulaçõa da vida. Muitas vezes desejei que a vida possuisse uma manual de instruções, um passo-a-passo que nos fosse dado já na saída da maternidade. Infelizmente não há um &#8220;Livro da vida &#8211; Manual básico do usuário&#8221;. Porém a vida ensina, pois </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/a-natureza-ensina/">A Natureza ensina &#8230;</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;" align="center"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"><a href="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2012/02/bambu.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-428" title="bambu" src="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2012/02/bambu-227x300.jpg" alt="" width="227" height="300" /></a>Incontáveis foram as ocasiões em que me senti perdido diante dos desafios e tibulaçõa da vida. Muitas vezes desejei que a vida possuisse uma manual de instruções, um passo-a-passo que nos fosse dado já na saída da maternidade.</span></div>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"> Infelizmente não há um &#8220;Livro da vida &#8211; Manual básico do usuário&#8221;. Porém a vida ensina, pois a vida a vida é uma escola. A Vida é pedagógica. A vida apenas exige que sejamos bons obsservadores.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Tal é a lição do Bambu Chinês.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Estou convencido de que com a mesma virtude e garra deste vegetal tão singular, devemos primeiramente fortalecer nossa base e alicerce e só depois disto ampliar horizontes e alçar aos céus com a determinação de um vencedor!Pois com a base sólida os céus com certeza se aproximará de nós!<br />
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente cinco anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante cinco anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas&#8230; uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros. Um escritor de nome Covey escreveu: &#8220;Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu quinto ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava&#8230;&#8221; O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e de nossos sonhos&#8230; Em nosso trabalho especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização,devemos sempre lembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida: a Persistência e a Paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos. &#8220;É preciso muita fibra para chegar às alturas e mais flexibilidade ainda para se curvar quando os ventos das adversidades nos atingem”. Flexibilidade é uma virtude que torna a nossa resistência ainda maior!</span></p>
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		<title>Simplesmente simples &#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 21:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Viver é simples, mas infelizmente o ser humano tem a tendência de complicar o que não deveria ser complexo e dificultar o que deveria ser fácil &#</p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/simplesmente-simples/">Simplesmente simples &#8230;</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div align="center"></div>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Viver é simples, mas infelizmente o ser humano tem a tendência de complicar o que não deveria ser complexo e dificultar o que deveria ser fácil &#8230;</p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/simplesmente-simples/">Simplesmente simples &#8230;</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>&#8230; é preciso saber viver !</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/e-preciso-saber-viver/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 07:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Perguntaram ao Dalai Lama: &#8220;O que mais lhe surpreende na Humanidade?&#8221; E ele respondeu: &#8220;Os homens hoje perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saude que perderam. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/e-preciso-saber-viver/">&#8230; é preciso saber viver !</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div align="center"></div>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Perguntaram ao Dalai Lama:</span></p>
<p>&#8220;O que mais lhe surpreende na Humanidade?&#8221;</p>
<p>E ele respondeu:</p>
<p>&#8220;Os homens hoje perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saude que perderam.<br />
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.<br />
E vivem como se nunca fossem morrer<br />
E morrem como se nunca tivessem vivido &#8230;</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://3.bp.blogspot.com/-z-lzeuzsS9U/Tw_fxnt3SUI/AAAAAAAAAhA/BNB1ByxKhe0/s1600/Dalai%2BLama.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/-z-lzeuzsS9U/Tw_fxnt3SUI/AAAAAAAAAhA/BNB1ByxKhe0/s320/Dalai%2BLama.jpg" alt="" width="320" height="318" border="0" /></a></div>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/e-preciso-saber-viver/">&#8230; é preciso saber viver !</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Não seja rancoroso &#8230;</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/nao-seja-rancoroso/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 07:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.&#8221; William Shakespeare (1564-1616) Sim, você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, daquela namorada, do professor, do seu marido, dos seus pais, dos seus filhos, dos vizinhos, do seu chefe, dos seus colegas, dos amigos, críticos, do cachorro&#8230; Você tem toda razão em </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/nao-seja-rancoroso/">Não seja rancoroso &#8230;</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div align="center"></div>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">&#8220;Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.&#8221;<br />
William Shakespeare (1564-1616)</span></p>
<div align="center"></div>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Sim, você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, daquela namorada, do professor, do seu marido, dos seus pais, dos seus filhos, dos vizinhos, do seu chefe, dos seus colegas, dos amigos, críticos, do cachorro&#8230; Você tem toda razão em ter sentido mágoa, tristeza e desapontamento quando isso aconteceu.<br />
Mas sentir tais coisas só tem lógica se for naquele momento. Nunca mais.<br />
Se você está, ainda hoje, sentindo essa decepção, essa tristeza, essa mágoa com outra pessoa, então você está ressentido, com ela.<br />
Veja com atenção o significado da palavra ressentimento:.<br />
RE-SENTIMENTO. Sentir novamente.<br />
Sentir infinitamente, para alguns.<br />
Qual a razão de usar sua mente para sentir novamente coisas ruins, fragilidades e decepções? Não me refiro a nenhum princípio religioso, espiritual ou moral, somente uma razão prática: sentir coisas ruins novamente não tem absolutamente nenhuma função, exceto prender você ao passado e tornar você uma eterna vítima de alguém que nem mesmo está tentando prejudicar você mais.<br />
Ao guardar qualquer ressentimento você está se acorrentando a alguém que lhe fez mal, mesmo que essa pessoa não queira mais isso.<br />
Você está re-sentindo a dor que só existe em sua memória.<br />
A outra pessoa, por pior que tenha sido, não será prejudicada por seu ressentimento. Mas você será.<br />
Você desperdiçará momentos únicos das suas vinte e quatro horas para pegar o punhal que alguém usou contra você há semanas, meses, anos ou décadas atrás e, acredite ou não, você mesmo estará se apunhalando dia-após-dia, com seu re-sentimento.<br />
Nunca mais.<br />
Se o problema tiver sido com um cliente, ficar ressentido não ajudará sua próxima venda.<br />
Se tiver sido com a ex-namorada, ficar ressentido não tornará você atraente para a próxima, e talvez definitiva.<br />
Se tiver sido com seu marido, ficar ressentida não ajudará comunicar-se e corrigir a situação.<br />
Se tiver sido com&#8230; qualquer pessoa, ficar ressentido não ajudará você.<br />
Pode até ajudar ela a se livrar de você.<br />
Se o caso for tão grave que tenha que ser resolvido em tribunais, deixe advogados cuidando disso e se concentre em sua vida e sua felicidade.<br />
Não caia na armadilha do ressentimento.<br />
Nunca mais.<br />
Viva o momento que estiver vivendo.<br />
Há momentos de tristezas, decepções, erros, partidas, traições ou simplesmente azar.<br />
Chore, reclame, brigue e viva o momento que tiver que viver.<br />
Mas, quando o momento passar, viva o momento seguinte, sem ficar com os grilhões do passado prendendo sua existência até sua morte.<br />
Esqueça as coisas ruins do passado. Ele não existe mais.<br />
Nunca mais.<br />
Isso inclui os ressentimentos contra aquela pessoa que você encontra no espelho.<br />
O que ela tiver feito de errado, ontem ou há 30 anos, deve ser deixado de lado.<br />
Não sinta ressentimento quanto aos erros dessa pessoa.<br />
Nunca mais.<br />
E, se mesmo com toda a lógica do mundo, você ainda estiver &#8220;sentindo re-sentimento&#8221; e mágoa de alguém, lembre-se do que disse William Shakespeare: Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.</span></p>
<p>AUTOR: NÃO LEMBRO !</p>
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		<title>A PRECE DE UM JUIZ</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 16:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>SENHOR! Eu sou o único ser na terra a quem Tu deste uma parcela de Tua Onipotência: o poder de condenar ou absolver meus semelhantes. Diante de mim as pessoas se inclinam; à minha voz acorrem, à minha palavra obedecem, ao meu mandado se entregam, ao meu gesto se unem, ou se separam, ou se </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/a-prece-de-um-juiz/">A PRECE DE UM JUIZ</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;" align="center"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"><a href="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2011/12/juiz-21.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-432" title="juiz-2" src="http://www.aviafilosofica.com/wp-content/uploads/2011/12/juiz-21-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>SENHOR! Eu sou o único ser na terra a quem Tu deste uma parcela de Tua Onipotência: o poder de condenar ou absolver meus semelhantes.</span></div>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"> Diante de mim as pessoas se inclinam; à minha voz acorrem, à minha palavra obedecem, ao meu mandado se entregam, ao meu gesto se unem, ou se separam, ou se despojam. Ao meu aceno as portas das prisões se fecham às costas do condenado ou se lhe abrem um dia, para a liberdade. O meu veredicto pode transformar a pobreza em abastança, e a riqueza em miséria. Da minha decisão depende o destino de muitas vidas. Sábios e ignorantes, ricos e pobres, homens e mulheres, os nascituros, as crianças, os jovens, os loucos e os moribundos, todos estão sujeitos, desde o nascimento até a morte à LEI que eu represento e à JUSTIÇA, que eu simbolizo.<br />
Quão pesado e terrível é o fardo que puseste nos meus ombros.<br />
AJUDA-ME, SENHOR! Faze com que seu seja digno desta excelsa missão. Que não me seduza a vaidade do cargo, não me invada o orgulho, não me atraia a tentação do mal, não me fascinem as honrarias, não me exalcem as glórias vãs. Unge as minhas mãos, cinge a minha fronte, bafeja o meu espírito, a fim de que eu seja um sacerdote do Direito, que Tu criaste para a Sociedade Humana. Faze da minha Toga um manto incorruptível. E da minha pena não o estilete que fere, mas a seta que assinala a trajetória da Lei, no caminho da Justiça.<br />
AJUDA-ME, SENHOR, a ser justo e firme, honesto e puro, comedido e magnânimo, sereno e humilde. Que eu seja implacável com o erro, mas compreensivo com os que erraram. Amigo da Verdade e guia dos que a procuram. Aplicador da Lei, mas antes de tudo, cumpridor da mesma. Não permitas jamais que eu lave as mãos como Pilatos, diante do inocente, nem atire como Heródes, sobre os ombros do oprimido a túnica do opróbrio. Que eu não tema César e nem por temor dele pergunte ao poviléu se ele prefere &#8220;Barrabás ou Jesus&#8221;.<br />
Que o meu veredicto não seja o anátema candente e sim a mensagem que regenera, a voz que conforta, a luz que clareia, a água que purifica, a semente que germina, a flor que nasce no azedume do coração humano. Que a minha sentença possa levar consolo ao atribulado e alento ao perseguido. Que ela possa enxugar as lágrimas da viúva e o pranto dos órfãos. E quando diante da cátedra em que me assento desfilarem os andrajosos, os miseráveis, os panas sem fé e sem esperança nos homens, espezinhados, escorraçados, pisoteados e cujas bocas salivam sem ter pão e cujos rostos são lavados nas lágrimas da dor da humilhação e do desprezo, AJUDA-ME, SENHOR, a saciar a sua fome e sede de Justiça.<br />
AJUDA-ME SENHOR! Quando as minhas horas se povoarem de sombras; quando as urzes e os cardos do caminho me ferirem os pés; quando for grande a maldade dos homens; quando as labaredas do ódio crepitarem e os punhos se erguerem; quando o maquiavelismo e a solércia se insinuarem nos caminhos do Bem e inverterem as regras da Razão, quando o tentador ofuscar a minha mente e perturbar os meus sentidos.<br />
AJUDA-ME, SENHOR! Quando me atormentar a dúvida, ilumina o meu espírito, quando eu vacilar, alenta a minha alma, quando eu esmorecer, conforta-me, quando eu tropeçar, ampara-me.<br />
E QUANDO UM DIA finalmente eu sucumbir e então como réu comparecer à Tua Augusta Presença, para o eterno Juízo, olha compassivo para mim.<br />
Dita, Senhor, a Tua sentença.<br />
Julga-me como um Deus.<br />
Eu julguei como homem.</span></p>
<p>João Alfredo Medeiros Vieira<br />
Juiz de Direito aposentado (Santa Catarina) e membro, desde 1975, da Academia Catarinense de Letras</p>
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		<title>A Verdadeira Revolução</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 21:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nos últimos tempos temos assistido ao redor, do Globo terrestre, diversas manifestações populares. É bem verdade que manifestações populares não são novidade na história humana, porém parece que as pessoas em geral estavam em um estado de apatia, quase uma catatonia em relação à uma serie de abusos que vinham sendo cometidos pelos detentores do </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/a-verdadeira-revolucao/">A Verdadeira Revolução</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div align="center"></div>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Nos últimos tempos temos assistido ao redor, do Globo terrestre, diversas manifestações populares.<br />
É bem verdade que manifestações populares não são novidade na história humana, porém parece que as pessoas em geral estavam em um estado de apatia, quase uma catatonia em relação à uma serie de abusos que vinham sendo cometidos pelos detentores do poder, fosse ele formal um informalmente constituído.<br />
As manifestações tiveram inicio nos países que podemos rotular como árabes / islâmicos e dai vem justamente a primeira surpresa: a motivação dos manifestantes, a despeito do que desejavam os radicais, não era uma motivação de cunho religioso e sim uma manifestação secular. Protestavam os manifestantes contra a falta de empregos, os baixos salários e principalmente contra a situação política e anti-democrática de muitos regimes ditatoriais que se prolongavam por mais de 3 décadas na região do norte da África. Um a um os governos foram caindo ou cedendo e em casos extremos ditadores foram depostos.<br />
Em seguida vimos algo que para muitos pareceu um devaneio, digno das melhores obras de fixação cientifica, qual seja, manifestações e protestos generalizados no coração do Estados Unidos da América do Norte. Assistimos embasbacados manifestações contra a globalização e o capitalismo no centro financeiro de Nova York. De repente wall street foi tomada por manifestantes que haviam se organizado estranhamente através de redes sociais como Facebook, Twitter e outras&#8230;<br />
Também no Brasil foram organizados protestos e manifestações em diversas cidades, principalmente motivados pela indignação dos cidadãos em relação aos escândalos de corrupção que assolaram o primeiro ano do Governo Dilma.<br />
Desde a época dos caras pintadas e do &#8220;impeachment&#8221; do Ex Presidente Collor não se via tal tipo de mobilização.<br />
Porém, no caso do Brasil, estou certo de que a revolução deverá começar com a erradicação do famoso &#8220;jeitinho brasileiro&#8221;.<br />
Infelizmente no Brasil já se instalou a mentalidade de que &#8220;os outros&#8221; devem obedecer às leis, respeitar filas, caixas e vagas preferenciais, mas &#8220;EU&#8221; não preciso me submeter a tal rigor pois sempre será possível dar um &#8220;jeitinho&#8221;, ou seja, as pessoas no Brasil sempre procura. Encontrar uma forma de burlar as lei e as normas de conduta de u forma geral e isso vai desde o condomínio onde moram até a presidência da Republica e seus ministérios.<br />
Por isso estou convencido de que a verdadeira revolução deve começar pela roforma intima de cada cidadão. É preso que cada indivíduo tome consciência de que é preciso primeiro respeitar a Lei e depois, caso necessário, adequa-las a realidade atual.<br />
Também é preciso que cadum se conscientize de que mais do que as leis devem ser respeitadas as regras de transito, as filas de banco e de caixas de supermercado, vagas exclusivas para idosos, gestantes e PNE em estacionamentos.<br />
Enquanto isso noa acontecer nenhuma revolução será verdadeiramente efetivas, ocorrendo apenas a mundança dos detentores do poder.<br />
É isso temos visto no Brasil nos últimos anos, ou seja, aquele em quem depositamos nossas esperadas de mudanças se mostra tão corrupto e autoritário quanto seus antecessores e tal fato nada mais é um reflexo da mentalidade geral de um povo !</span></p>
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		<title>A fabula do porco-esinho</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Durante a era glacial muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/a-fabula-do-porco-esinho/">A fabula do porco-esinho</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Durante a era glacial muitos animais morriam por causa do frio.<br />
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.<br />
Por isso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.<br />
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima poderia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><strong>(Autor desconhecido)</strong></span></p>
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		<title>Silêncio</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 15:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer Suponho que me </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/silencio/">Silêncio</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 24px;">&#8220;Tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato Ou toca, ou não toca.&#8221;</span><br />
<br />
<span style="font-size: 24px;"><strong>Clarice Lispector</strong></span></p>
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		<title>O lenço dobrado !</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/o-lenco-dobrado/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 14:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>>João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi deixado de lado como os lençóis do túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/o-lenco-dobrado/">O lenço dobrado !</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>>João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi deixado de lado como os lençóis do túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.<br />Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara, disse ela, ´´Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram. ´´<br />Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou a frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis lá, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis deixados lá, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.<br />Isto é importante? Definitivamente.<br />Isto é significante? Sim.<br />Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época. O lenço dobrado tem que haver com o Amo e o Servo, e todo menino Judeu conhecia a tradição.<br />Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria. A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.<br />Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: ´´Eu terminei.<br />&#8220;Eu não sabia a respeito&#8230;.<br />Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque &#8230; o lenço dobrado queria dizer: </p>
<p>&#8220;Eu voltarei!&#8221;</p>
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		<title>Agradecer é fundamental !</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/agradecer-e-fundamental/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 01:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Muito já foi dito sbre gratidão Por isso gostaria de compartilhar algo que me ocorreu ontem durante um passeio de escuna pelas praias da baía de Paraty -RJ É impossível não ficar maravilhado com as belezas naturais do litoral da ragião sul do estado do Rio de Janeiro. São praias paradisíacas, com agua cristalina em </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/agradecer-e-fundamental/">Agradecer é fundamental !</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Muito já foi dito sbre gratidão</p>
<p>Por isso gostaria de compartilhar algo que me ocorreu ontem durante um passeio de escuna pelas praias da baía de Paraty -RJ<br />
É impossível não ficar maravilhado com as belezas naturais do litoral da ragião sul do estado do Rio de Janeiro. São praias paradisíacas, com agua cristalina em tons de verde esmeralda&#8230;Em certo momento do passeio, ainda refleteindo a respeito da palestra poferida por Cristian Bernard na convenção da AMORC 2011 e que tratave sobre gratidão e fidelidade, senti um desejo enorme de agradeçer a Deus pela oportunidade de passar alguns dias na região. O sentimento me veio logo após pensar que poucos tiveram a mesma oportunidade que eu.Então, de repente o guia da excursão apontou uma ilha relativamente grande, dziendo que ela estava avaliada em 11 milhões de dólares, tinha heliporto, sistema energia solar a armazenamento da agua potável e etc&#8230;Disse ainda o guia que a ilha era de propriedade de um milhonário italiano que atua ramo de derivados de petróleo.Pois neste momento confesso que uma certa melancolia, ou trsiteza mesmo me tomou de assalto, vindo à minha mente o seguinte pensamento:&#8221; eu aqui agradecendo por poder passar três dias em uma &#8220;pousadinha&#8221; e fazer um &#8220;passeiozinho&#8221; de barco de R$ 20,00 e esse italiano é dono de uma ilha ?ele é quem deveria agradecer &#8230; &#8220;Imdiatamente após me veio à mente outro pensamento:&#8221; muitas vezes estas pessoas não desfrutam com a intensidade que deveriam, propriedades como esta.Qantas vezes por ano e por quanto tempo ele permanece na ilha ?e qundo o faz será mesmo que ele consegue estar totalmente presente ou tem mil preocupações que o impedem de desfrutar toda a paz e tranquilidade que o local oferece? &#8220;A resposta para essas perguntas eu realmente não tenho, mas voltei a fechar os olhos e agradecer pela oportunidade que me foi dada &#8230;</p>
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		<title>Felicidade ou Hedonismo ?</title>
		<link>http://www.aviafilosofica.com/filosofando/felicidade-ou-hedonismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 16:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>>Já faz algum tempo que não escrevo nada mais profundo, talvez por falta de tempo mas principalmente por falta de material que me despertasse o desejo de escrever após ter me levado a uma reflexão profunda, como foi o caso do texto do José Torres. Belíssimo texto e reflexões muito interessantes. Impossível não sentir pelo </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/felicidade-ou-hedonismo/">Felicidade ou Hedonismo ?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>>Já faz algum tempo que não escrevo nada mais profundo, talvez por falta de tempo mas principalmente por falta de material que me despertasse o desejo de escrever após ter me levado a uma reflexão profunda, como foi o caso do texto do José Torres.<br /><a href="http://www.facebook.com/notes/josé-torres/solteiro-e-feliz-aos-35-anos/226691884010767"></a></p>
<p>Belíssimo texto e reflexões muito interessantes. Impossível não sentir pelo menos uma pontinha de inveja da situação do autor: aos 35 anos de idade ele é solteiro e pelo que se pode deduzir do texto é profissionalmente bem-sucedido (infelizmente ele não informou se é realizado profissionalmente, isto é, se ele ama o que faz ou se apenas ama aquilo que o dinheiro que receber por seu trabalho lhe traz) mas aqui vou presumir que ele também seja profissionalmente realizado.</p>
<p>Também gostaria de dizer que aqui me permito colocar minhas experiências e convicções pessoais.</p>
<p>Ao lar o texto confesso que fiquei com uma certa inveja da situação do autor. Mas ao puxar pela memória a minha surpresa foi que aos 35 anos de idade a minha situação era praticamente a mesma d do autor. Havia Curso Direito e Havia sido aprovado em dois concursos públicos, sendo um de nível médio e outro de nível superior e segundo o IBGE e o IPEA meu padrão de vida era de classe B (ou média alta). Tinha meu apartamento e meu carro, ambos pagos à vista. Mas aqui preciso reconhecer que tudo isso foi graças ao meu pai que sempre foi muito amoroso ao mesmo tempo em que era severo comigo me cobrando esforço dedicação e boas notas nos estudos, coisas sem as quais com certeza não teria chegado onde cheguei.</p>
<p>Aos 35 anos de idade eu tirava férias e viajava pelo menos 2 vezes ao anos (em períodos de 15 dias cada férias), já havia conhecido todas as regiões do Brasil e as principais capitais. Já havia ido a Miami e Aruba, possuia sempre os computadores e dispositivos eletrônicos mais atuais. Porém nunca fiz muita questão de festas ou baladas, pois esse tipo de diversão nunca fez muito sentido: afinal por qual razão um ser humano gataria dinheiro para entrar em um lugar barulhento onde seria obrigado a fumar “por tabela” respirando a fumaça inalada por terceiros e ainda se entupir de drogas até seu organismo não suportar (SIM o alcool é uma droga, lícita mas é uma droga entorpecente que afeta diretamente o sistema nervoso central …)</p>
<p>Sexo também nunca foi algo que me faltou – não sei é pelo falto de que as mulheres em Manaus são bem acessíveis ou se isso é um reflexo da sociedade moderna e de pós-revolução sexual feminina – mas o fato é que sexo nunca foi algo que tenha sido difícil de encontrar.</p>
<p>A única coisa que posso dizer que nunca tive foi turma de “amigos”, mas isto reconheço ser culpa, pois sempre fui muito exigente ao mesmo tempo em que era introvertido e tinha dificuldade de me aproximar da pessoas, possivelmente passando a falsa impressão de ser “esnobe” ou metido e infelizmente até hoje isto é algo com que tenho dificuldade em lidar. Talvez por isso (não tenho certeza) sempre achei que meus amigos eram minha família, pias, tios, tias e primos e dentre esses sempre achei que os meus melhores amigos era meu pai e minha mãe. </p>
<p>Como diria Roberto Carlos: “das lembranças que eu trago da vida” a melhor de todas que tenho de meu pai não foi o dia em que ele assinou o cheque com o qual comprei meu primeiro apartamento, nem o carro que ele me deu quando eu completei 18 amos (sim foram presentes maravilhosos) mas a melhor lembrança que tenho com meu pai foi um sábado à tarde quando ainda morávamos no Jardim do Salso em Porto Alegre ele me levou para ver uma “corrida” de skate, me deu um picolé de limão e ficou segurando a minha mão e passamos a melhor tarde de sábado da minha vida (e até hoje quando lembro não consigo conter as lágrimas) pois na quela época meu pai trabalhava muito  e eram raros os momentos que passávamos juntos. Já para falar da minha mãe teria que escrever um livro, mas posso resumir dizendo que graças a ela, mesmo sem grandes condições financeiras para adquirir bens de consumo que hoje são considerados indispensáveis eu tive a infância mais feliz que alguém poderia ter&#8230;<br />Também aos 35 anos não havia cometido nenhum “erro grosseiro”; não havia casado por paixão ou pressão nem engravidado ninguém por acidente, apesar de nunca ter me protegido devidamente&#8230;</p>
<p>Mas aí começas as diferenças. E como diz o filósofo antes de iniciar uma discussão é preciso definir os termos. Termos como carência, auto-estima, erro, felicidade, e prazer precisam ser definidos e mesmo assim há uma linha muito tênue entre eles. </p>
<p>Também preciso admitir que a vida e principalmente sua interpretação são atividades extremamente subjetivas e essencialmente individuais não havendo uma fórmula do sucesso na vida. Por outro lado a sociedade nos impõe certos padrões de comportamentos e quando não os seguimos ou somos excluídos ou somos rotulados ou como fracassados ou como desequilibrados.</p>
<p>Pois bem, aos 35 anos, apesar de me encaixar no modelo de vida que muitos passam a vida toda perseguindo eu posso dizer que ainda faltava alguma coisa.<br />O prazeres sensoriais, como sexo, compras ou viagens já não faziam muito sentido. </p>
<p>Eu sentia um vazio, uma falta e se falta é sinônimo de carência eu era carente. Mas carência de que?<br />Essa era a grande questão: carência de que?<br />E aí começas a surgir as grandes questões, que os covardes não tem coragem de encarar e preferem fugir delas escondendo-se atrás de sexo, festas, bebidas, drogas, culto ao corpo principalmente exercícios físicos (pois quando o corpo se exercita ele produz endorfinas – as drogas da felicidade)<br />e por aí vai&#8230;<br />Muitos também o fazem apenas para ser aceitos pela sociedade: “todo mundo faz”. Então eu fico pensando quando comer merda virar moda (pois algumas pessoas já bebem a própria urina …)<br />Ou o fazem para atingir um padrão estético que é imposto pela sociedade&#8230;</p>
<p>Com isso não quero dizer que não se deve cuidar do corpo ou da saúde, ma sim que não devemos confundir prazer com felicidade.<br />Hedonistas são aqueles que vivem em busca de prazer e evitando a dor a todo custo.<br />Outro reflexo de uma sociedade de consumo onde a suprema felicidade está no ato puro e simples de consumir e onde as pessoas são valorizadas pelo seu poder de compra, pelo que têm e não pelo que são.</p>
<p>Eu costumo que meu primeiro grande insight  ocorreu em Aruba na na beira do mar do caribe. Eu estava com um grupo de “amigos” e queria ir tomar um sorvete mas ninguém quis ir comigo então eu fui sozinho. Sentado em um pier contemplando o por-do-sol e tomado um sorvete de repente me lembrei do dia em que meu pai segurava minha mão enquanto eu tomava meu sorvete de limão. Naquele momento uma saudade profunda do meu pai se abateu sobre mim. Não era algo ruim ou doentio, mas simplesmente o desejo de ter com quem compartilhar tudo aquilo que eu havia conseguido até aquele momento da mesma forma que um dia meu pai havia feito comigo.</p>
<p>Naquele momento eu percebi que durante anos tudo o que meu pai havia feito por mim não havia sido motivado por um sentimento de dever ou obrigação mas sim pela mais sublime forma de amor que é o amor de um pai por seus filhos, amor esse que leva o pai a sacrificar muitas cosas apenas para fazer o filho feliz. Amor que leve o pai a dizer não, quando gostaria e poderia dizer sim, mas que precisa ser firme para dar ao filho noções de limite, respeito e responsabilidade, noções essas indispensáveis para uma vida equilibrada e em harmonia com o meio onde se vive.</p>
<p>Mas tudo isso eu só seria capaz de compreender quando meu filho já tinha 8 meses de idade. <br />Ao contrario de outras pessoas os  “erros” que eu cometi, foram cometidos depois de meus 35 anos de idade. Não tenho vergonha de dizer que meu primeiro filho eu o tive com uma “piriguete” que conheci em um show e com a qual transei pouco tempo depois e que acabou em um exame de DNA e logo em seguida eu assumi a guarda fisica do Gabriel.</p>
<p>Pois foi em uma sexta-feira, por volta das 22:00 hs após fazer o Gabriel dormir que me dei conta do que havia acontecido: eu estava em casa “sozinho”, ou seja sem “amigos” ou “mulheres” mesmo assim me sentia completo, preenchido, feliz e em paz. Foi nesse momento em que lembrei de tudo que meu pai havia feito por e que compreendi que tudo aquilo ele havia feito por amor e em última instãncia por ele mesmo. Só hoje sou capaz de compreender o que sempre foi dito: certas coisas você só entende quando têm filhos e que não há dinheiro no mundo que pague o sorriso de um filho, não aventura sexual que supere o prazer do abraço de um filho, não há som melhor do que ouvir um filho dizendo “pai senta aqui comigo e vamos jogar playstation” !</p>
<p>É obvio que eu tive condições de manter meu padrão de vida / consumo mesmo após o nascimento do meu filhos e que em nenhum momento o que eu “gasto” com ele me fez “falta “, mesmo que o fizesse suponho que isso somente seria motivo de sofrimento se por incompetência minha ele estivesse passando fome. </p>
<p>Porém de maneira alguma aconselho as pessoas que por algum motivo estejam se sentindo sozinhas ou infelizes a tentar compensar isso com um filho. Minha sugestão é que na medida do possível uma família seja forma do modo tradicional. Até porque sei que tive sorte de ter um filho e não um AIDS !!!!!!!</p>
<p>No meu caso não o fiz por força da circunstâncias: primeiro por ter que me adaptar à uma situação imprevista e indesejada, mas que em nenhum momento foi o fim do mundo e eu agi da forma como gostaria e sabia que meu pai agiria comigo, ou seja assumindo a guarda e responsabilidade.</p>
<p>Se existe um Deus ou um ser supremo que governa todas as coisas eu poderia dizer que estou em paz com ele pois tive pelo menos quatro oportunidade na vida de casar e constituir família com mulheres dignas e simplesmente não o fiz por desejar ser Homem maduro, solteiro, centrado e esforçado e por acreditar que isso era sinônimo de Liberdade + Despreocupação + Estabilidade + Prazer + Tempo livre. Mas hoje me pergunto por qual motivo eu precisaria disso por qual motivo isto teria me feito mais feliz se eu tivesse casado e tido filhos ?</p>
<p>Mas esse é o tipo de visão que vem com a vida. E também é preciso reconhecer que eu tive mais sorte do que muitas pessoas. Nasci num lar onde a família se mantém unida e tive um pai que me ensinou que honra e honestidade são valores essenciais.</p>
<p>Não creio que o estudo seja a melhor forma de se atingir a estabilidade financeira, pois cada um deve encontrar o seu caminho. No meu caso eu sempre estudei muito porque gosta de ler e estudar me dava prazer e isso me trouxe muitas conquistas, Mas eu nunca deixei de fazer outras coias para estudar (apenas quando estudava para o vestibular). Mesmo quando estudo para concursos consigo equilibrar estudo com lazer.<br />Também não creio que o estudo formal seja a única forma de desenvolver o pensamento crítico, pois se assim o fosse não Platão e Aristóteles seria meros carpinteiros ( se bem que dizem por aí que um certo carpinteiro revolucionou o mundo há 2000 anos …)</p>
<p>Aos jovens eu diria que “erro” é um termo que admite várias acepções. E que “errar” é inerente à experiência Humanada da Vida e que a diferença está na forma como você lida com os “erros” que comete.</p>
<p>E diria mais: não tenha medo da Vida. Vá em frente, PROTEJA-SE DAS DST, arrisque-se, entregue-se às pessoas de corpo e alma (mas jamais faça isso esperando algo em troca) e machuque-se se não for possível evitar mas viva a Viva de melhor forma que lhe for possível desde que isso não prejudique a você mesmo ou a terceiro (a não ser que esse “prejuizo” seja razoável e consentido por quem sofrer o “prejuízo”).</p>
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		<title>O escorpião &#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 13:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>UM mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/o-escorpiao/">O escorpião &#8230;</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-8qxIQhh3kS4/TcACqIODQqI/AAAAAAAAAbw/rPiwZSt39pE/s1600/image001.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/-8qxIQhh3kS4/TcACqIODQqI/AAAAAAAAAbw/rPiwZSt39pE/s320/image001.jpg" alt="" width="290" height="245" border="0" /></a></p>
<p>UM mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:<br />
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo? O mestre respondeu:<br />
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.</p>
<p>Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:</p>
<p>ão mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Quando a vida te apresentar mil razões para chorar, mostre- lhe que tens mil e uma razões pelas quais sorrir. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.<br />
E o que os outros pensam… é problema deles.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
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		<title>VIVER OU JUNTAR DINHEIRO ?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 01:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente. Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/viver-ou-juntar-dinheiro/">VIVER OU JUNTAR DINHEIRO ?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.<br />
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse<br />
simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.<br />
E assim por diante.<br />
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.<br />
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.<br />
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.<br />
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?<br />
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.</p>
<p>Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.</p>
<p><strong>&#8220;Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO&#8221;</strong></p>
<p><strong>AUTOR: Desconhecido</strong></p>
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		<title>BATALHA DOS LOBOS</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 23:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma noite, um velho índio falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro das pessoas. Disse-lhe: -A batalha é entre os dois lobos que vivem dentro de todos nós.Um é Mau: é a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho falso, superioridade e ego.O outro </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/batalha-dos-lobos/">BATALHA DOS LOBOS</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma noite, um velho índio falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro das pessoas. Disse-lhe:<br />
-A batalha é entre os dois lobos que vivem dentro de todos nós.Um é Mau: é a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho falso, superioridade e ego.O outro é Bom: é alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão, respeito e fé.<br />
O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô:<br />
-&#8221;Qual é o lobo que vence? &#8220;O velho índio respondeu:<br />
-&#8221;Aquele que você alimenta!&#8221;</p>
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		<title>Ontem e hoje sombrios</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Oct 2010 02:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>>Ontem e hoje sombrios Em 14 de de abril de 1930, aos 36 anos, Vladimir Maiakóvski, o maior poeta russo da era contemporânea, deu um fim trágico à sua atormentada vida. Matou-se porque perdeu toda a esperança e se viu diante de uma estrada sem saída. Sua obra é absolutamente revolucionária, como revolucionárias eram as </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/ontem-e-hoje-sombrios/">Ontem e hoje sombrios</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>><span style="font-weight:bold;">Ontem e hoje sombrios</span></p>
<p>Em 14 de de abril de 1930, aos 36 anos, Vladimir Maiakóvski, o maior poeta russo da era contemporânea, deu um fim trágico à sua atormentada vida. Matou-se porque perdeu toda a esperança e se viu diante de uma estrada sem saída.</p>
<p>Sua obra é absolutamente revolucionária, como revolucionárias eram as suas idéias. Mas o poeta, dizia ele, por mais revolucionário que seja, não pode perder a alma!</p>
<p>Ele acreditou piamente na Revolução Russa e pensou que um mundo melhor surgiria de toda aquela brusca e violenta transformação. Aos poucos, porém, foi percebendo que seus líderes haviam perdido a alma. <br />A brutalidade crescia. A impunidade era a regra. O desrespeito às criaturas era a norma geral. Toda e qualquer reação resultava em mais iniquidades, em mais violência. Um stalinismo brutal assolou a pátria russa. Uma onda avassaladora de horror e impotência tomou conta de seu espírito, embora ainda tentasse protestar. Mas foi em vão. Rendeu-se e saiu de cena.</p>
<p>Em 1936, escreveu Eduardo Alves da Costa o poema &#8216;No caminho com Maiakóvski&#8217;,<br />que resume sua desoladora tragédia.</p>
<p>&#8220;&#8230; Na primeira noite eles se aproximam/ e roubam uma flor/ de nosso<br />jardim./ E não dizemos nada./ Na segunda noite, já não se escondem:/ pisam<br />as flores,/ matam nosso cão,/ e não dizemos nada./ Até que um dia,/ o mais<br />frágil deles/ entra sozinho em nossa casa,/ rouba-nos a luz e,/ conhecendo<br />nosso medo,/ arranca-nos a voz da garganta./ E já não podemos dizer nada.”</p>
<p>Nestes tristes tempos, muitos estão vivendo as angústias desabafadas neste poema. Também acreditaram em líderes milagrosos, tiveram esperanças em dias mais serenos, esperaram p or oportunidades melhores e sonharam com paz e alegria. Nunca imaginaram que, em seu lugar, viriam a impunidade, a violência, o rancor e a cobiça. Os que chegaram ao poder, sem nenhuma noção de servir ao povo, logo revelaram a sua verdadeira face.</p>
<p>O País está vivendo uma fase de completo e total desrespeito às leis. A Lei Maior, aquela que o País aprovou por meio de seus representantes, não existe. Para uns, todas as leniências. Para outros, todos as violências.<br />Nas grandes cidades, dois governos, duas autoridades: a tradicional e a dos marginais. No campo, ausência de direitos e deveres. Uma malta de desocupados, chefiados por líderes atrevidos e até debochados, está conseguindo levar o desassossego e a insegurança aos milhões de trabalhadores rurais que ali se esforçam para sobreviver. Isso já vem<br />acontecendo há muito tempo e não há sinal de que alguma autoridade pretenda submetê- los às penas da lei. Ao contrário. Eles gozam de imenso prestígio junto ao presidente, que não se acanha em lhes dar cobertura e agir com a maior cumplicidade.</p>
<p>A ausência das autoridades tem sido o grande estímulo para que esses grupos, e outros que vão surgindo, venham conseguindo, num crescendo de audácia e desrespeito, levar o pânico aos que vivem do trabalho no campo. A mesma audácia impune garante também a expansão das quadrilhas de narcotraficantes em todo o País. A cada dia que passa eles chegam mais perto de nós. Se examinarmos com atenção os acontecimentos destes últimos<br />dois anos, dá para entender o nosso medo. <br />Quando explodiu o caso do Waldomiro Diniz, as autoridades estavam na obrigação de investigar tudo e dar uma punição exemplar. O que se viu? Uma porção de manobras para encobrir os fatos e manter os esquemas intocáveis.<br />E qual foi a reação do povo? Nenhuma.</p>
<p>Roubaram uma flor de nosso jardim, a flor da decência, da dignidade, da ética, e nós não dissemos nada!</p>
<p>Quando, da noite para o dia, dezenas de deputados largaram suas legendas e se bandearam para as hostes do governo, era preciso explicar tão misteriosa adesão. O que se viu? Uma descarada e desafiadora alegria no alto comando do País! E qual foi a reação do povo? Nenhuma. Eles nem se esconderam. Pisaram em nossas flores, mataram o cão que nos podia defender. E nós não dissemos nada!</p>
<p>Quando um parlamentar, que integrava a tal maioria, veio denunciar o uso de recursos públicos, desviados de forma indecente, com a conivência dos altos ocupantes do governo, provando que a direção do PT e do governo sabiam de tudo e de tudo se haviam aproveitado, qual foi a reação do povo? Nenhuma.</p>
<p>Eles nem se importaram com o fato de terem sido descobertos. O mais frágil deles entrou em nossa vida, roubou a luz de nossas esperanças e, conhecendo o nosso medo, ainda se deu ao luxo de arrancar a nossa voz da garganta.</p>
<p>Será que vamos aceitar? Não vamos dizer nada? Será que o povo brasileiro perdeu de vez a sua capacidade de se indignar? A sua capacidade de discernir? A sua capacidade de punir?</p>
<p>Acho que não. Torço para que isso não esteja acontecendo. Sinto, por onde ando e por onde vou, que lá no mar alto uma onda de nojo está crescendo, avolumando-se, preparando-se para chegar e afogar esses aventureiros. Não se trata, simplesmente, de uma questão eleitoral. Não se cuida apenas de ganhar uma eleição. O importante é não perder a alma. O direito de sonhar. A vontade de viver melhor.</p>
<p>Colocar este momento como uma simples luta entre governo e oposição é muito pouco. E derrotá-los, simplesmente, também é muito pouco, diante do crime que eles praticaram contr a as esperanças de um povo de boa-fé. O que vai hoje na alma das pessoas é o corajoso sentimento de que é preciso vencer o pavor e o pânico diante da audácia dessa gente, não permitindo que eles nos calem para sempre. Se não forem enfrentados, se não forem punidos, se seus métodos e processos não forem repudiados, nosso futuro terá sido<br />roubado. Nossa voz terá sido arrancada de nossa garganta.  E já não poderemos dizer nada. </p>
<p>Você pode impedir isso com seu voto.</p>
<p>Autora: Sandra Cavalcanti<br />Professora, foi deputada federal constituinte, secretária de Serviços Sociais no governo Lacerda, fundadora e presidente do BNH.</p>
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		<title>Viva o Agora!!!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 19:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#8220;&#8230; aos poucos, &#8216;a medida em que o tempo passa e a carreira avança vamos descobrindo que não existe um emprego perfeito e nem uma empresa (local de trabalho) perfeita, mas também aprendemos que não existem empresas que só tem defeitos e que só contratam pessoas ruins. O que nos faz continuar progredindo é a </p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/viva-o-agora/">Viva o Agora!!!</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">&#8220;&#8230; aos poucos, &#8216;a medida em que o tempo passa e a carreira avança vamos descobrindo que não existe um emprego perfeito e nem uma empresa (local de trabalho) perfeita, mas também aprendemos que não existem empresas que só tem defeitos e que só contratam pessoas ruins. O que nos faz continuar progredindo é a nossa capacidade de adaptação ao momento em que vivemos e não a busca pelo momento que imaginamos ter vivido&#8221;. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Max Gehringer, Radio CBN 21/09/2010.</span></p>
<p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/viva-o-agora/">Viva o Agora!!!</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Mudar</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 02:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mudar faz parte da vida. Mudar nos faz crescer. A mundança é a única constante da vida. A vida é movimento e movimento é mudança, então mude sempre&#8230;Vá em frente! Arrisique-se! Machu-se, se for inevitável, Mas viva o melhor que você puder!!!</p><p>O post <a href="http://www.aviafilosofica.com/filosofando/mudar/">Mudar</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.aviafilosofica.com">A Via Filosófica</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mudar faz parte da vida.<br />
Mudar nos faz crescer.<br />
A mundança é a única constante da vida.<br />
A vida é movimento e movimento é mudança, então mude sempre&#8230;Vá em frente! Arrisique-se!<br />
Machu-se, se for inevitável,<br />
Mas viva o melhor que você puder!!!</p>
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